Bolsa Família aumenta aprovação e reduz evasão escolar Estudantes cujas famílias recebem di - nheiro do Bolsa Família apresentam melhores índices de aprovação e menores índices de abandono escolar do que os demais alunos da rede pública. Se gundo reportagem publicada hoje pelo jornal Valor, esse é o principal resultado revelado pelo cruzamento de informações entre o Educacenso e o Sistema Presença, do Ministério da Educação, que verifica se os filhos dos beneficiários do Bolsa Família vão à escola. Dados cedidos ao jornal pelo MEC informam que, dos 500.000 alunos do ensino médio de 16 e 17 anos que recebem o Bolsa Família, 81,1% passam de ano, enquanto a taxa de aprovação média dos mais de 7 mi - lhões de jovens do censo escolar de 2008 no antigo colegial é de 72,6%. O índice de abandono da escola nesse ciclo educacional não passa de 7,2% entre os beneficiários de transferência de renda do governo, enquanto chega a 14,3% entre o total de estudantes contabilizados pelo Instituto de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão de estatísticas do MEC. O Valor destaca ainda que, no ensino fundamental, que concentra mais de 30 milhões de crianças matri - culadas da 1ª à 8ª séries, a taxa de evasão dos mais de 9 milhões de alunos beneficiários do Bolsa Família é de 3,6%. O restante dos estudantes dessa etapa apresenta índice de 4,8% de abandono da escola. Em termos de aprovação, os alunos do ensino fundamental que não recebem apoio social têm melhor desempenho, com taxa de 82,3%, ante média de 80,5% daquelas crianças cujos pais recebem recursos federais. Daniel Ximenes, diretor de estudos e acompa - nhamento das vulnerabilidades educacionais do MEC, disse ao jornal que a diferença de desempenho - em termos de frequência e rendimento - está diretamente relacionado com os benefícios do Bolsa Família recebidos pelas famílias pobres. "A transferência de renda condicionada provoca alerta e cobrança por parte dos pais e reforça o desafio de fazer as crianças permanecerem na escola com maior regularidade. No longo prazo, isso ajuda a corrigir trajetória ruim no processo educacional brasileiro entre crianças e jovens da turma da pobreza", afirma Ximenes. O mais recente monitoramento de frequência escolar do Bolsa Família, referente aos meses de fevereiro e março, mostra que 95% dos 14,117 milhões de crianças e jovens beneficiários com identificação escolar cumprem a regra de frequência exigida pelo programa. Aponta também que 276,9 mil alunos estão abaixo da exigência e 322,9 mil sequer têm um registro de frequência, totalizando quase 600 mil crianças em situação irregular. Nesse caso, os beneficiários podem ser punidos pelo Ministério do Desenvolvimento Social, que coordena o programa. Para receber o benefício do Bolsa Família em dia, uma das condicionalidades é que os pais matriculem os filhos na escola. Os alunos de até 15 anos precisam manter participação de, no mínimo, 85% das aulas a cada mês. A determinação para adolescentes de 16 e 17 anos é de frequência a pelo menos 75% das aulas. www.brasiliaconfidencial.com.br número 229- sexta-feira, 7 de maio de 2010
Continuidade para avançar – é este o mote que orienta as novas peças de propaganda partidária que o PT começou a exibir ontem na televisão e no rádio. Personagem única de um dos dois “comerciais” apresentados nesta quinta-feira, a pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff, assinala que o Governo Lula “sabe planejar e sabe fazer”, apoia as empresas e promove “o desenvolvimento de todas as regiões e o bem estar de toda a população”. E destaca: “É fundamental continuar nesse caminho”. No trecho final de sua fala, Dilma assegura que o Brasil “tem condições agora de fazer duas verdadeiras re voluções: a revolução na Saúde e a revolução na Educação”. A peça é encerrada com as afirmações de que “o Brasil já encontrou o rumo certo. É hora de acelerar e ir em frente” No outro “comercial”, o PT diz que o Brasil não pode voltar ao passado e associa o pré-candidato do PSDB, José Serra, aos governos FHC. “No Governo Lula, 24 milhões de brasileiros saíram da miséria e 31 milhões passaram para a classe média. Quem você acha que pode fazer com que cada vez mais gente saia da pobreza, passe para a classe média e prospere na vida? Uma pessoa que tem a mesma visão de Lula ou alguém que fez parte de um governo que aumentou o desemprego, os impostos e pouco reduziu a pobreza?” As peças de propaganda de 30 segundos serão exibi das ainda no sábado e na terça-feira. Em 13 de maio irá ao ar o programa do PT com duração de 10 minutos.
Pré-candidatos concordam sobre necessidade de reforma tributária Público formado por aproximadamente 400 autoridades, predominantemente prefeitos, ouviu ontem dos três pré-candidatos à Presidência da República – Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) – uma série de elogios ao Governo Lula, posição unânime sobre a necessidade de que o país reforme o sistema tributário, posição também unânime de que as prefeituras lidam com excesso de atribuições e escassez de dinheiro, e opiniões divergentes sobre a distribuição das receitas públicas. Promovido pela Associação Mineira de Municípios e transmitido ao vivo pela BandNews, o debate integrou a programação do 27º Congresso Mineiro de Municípios e durou duas horas. Dilma arrancou aplausos ao lembrar o pagamento da dívida do Brasil junto ao Fundo Monetário Internacional e o processo de distribuição de renda conduzido pelo Governo Lula. "Em 2002, quem acreditaria que hoje eu podia chegar aqui e dizer pra vocês, pois é, nós pagamos a dívida externa, nós somos credores internacionais, temos 243 bilhões de reservas e hoje emprestamos pra o FMI, de quem éramos credores... Nós tiramos 24 milhões de pessoas da pobreza, tiramos e elevamos para a classe média 31 milhões de pessoas", destacou a pré-candidata petista. Dilma exaltou ainda a parceria estabelecida entre o governo federal, os estados e os municípios para ate - nuar os efeitos internos da crise econômica internacional. “Foi um processo negociado. Pela primeira vez o governo era parte da solução e não do problema. Antes havia crise e o governo quebrava. Em nosso governo o país não quebrou. Fazemos o que é possível. É o possível a recuperação econômica. É o possível a geração de 14 milhões de empregos. É o possível o Brasil crescer a taxas jamais vistas. Cada um de nós tem a sua parcela. O governo federal e os municípios perderam arrecadação. Mas nós fomos o primeiro pais a sair da crise.” Reprodução Roberto Stuckert Filho. ELEIÇÕES/continuação
Claque tucana, professores e PM se enfrentam em Belo Horizonte Um protesto de aproximadamente 200 profes so res da rede estadual de Minas, contra o Governo Antônio Anastasia (PSDB), acabou em pan ca da ria ontem, em Belo Horizonte, pouco antes do evento em que a Associação Mineira de Municípios reuniu, pela primeira vez, os pré-candidatos à sucessão presidencial Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva. A confusão foi iniciada com um confronto entre professores e uma claque mobilizada pelo PSDB, no momento em que o pré-candida to José Serra chega va ao ExpoMinas. Integrantes dos dois grupos troca - ram socos e pontapés. A Polícia Militar lançou spray de pimenta e gás lacrimogêneo para acabar com a briga. Os manifestantes protestaram contra os baixos salários e gritavam palavras de ordem como "a mesma porcaria, Aécio e Anastasia" e "Anastasia, pode esperar, a sua hora vai chegar".
Jarbas decide socorrer Serra em Pernambuco Osenador Jarbas Vasconcelos (foto) do PMDB anunciou ontem a decisão de disputar novamente o go verno de Pernambuco. Enfrentará o go vernador Eduardo Campos (PSB), candidato à reeleição. O objetivo imediato da candidatura é assegurar um palanque no estado para o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra. A situação dos tucanos em Pernambuco é tão frágil que o presidente nacional do partido, Sérgio Guerra, desistiu de concorrer à reeleição para o Senado e disputará uma vaga na Câmara Federal. MP de Alagoas denuncia Collor, Heloísa Helena e mais 29 OMinistério Público Eleitoral de Alagoas pediu ontem ao TRE que puna dez pré- candidatos às eleições deste ano por "prática ilegal de propaganda antecipada". Entre eles estão o senador e ex-presidente Fernan do Collor de Mello (PTB) e a vereadora e exsenadora Heloísa Helena (PSOL). No início desta semana o MP já denunciara ao Tribunal Regional Eleitoral 21 pré -candidatos. Eles são acusados de divulgar as candidaturas em adesivos colados em automóveis. Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press Pedro Silveira / O Tempo
ENERGIA RENOVÁVEL Governo incentiva plantio de dendê para produção de biodiesel
Sob chuva fina e calor de 40 graus, o presidente Lula lançou ontem em Tomé Açú, no Pará, o Programa Nacional de Estímulo à Produção de Óleo de Palma que inclui a abertura de linhas de cré dito para o cultivo da palma na Amazônia. Ao mesmo tempo, Lula entregou títulos provisórios de terra e licenças ambientais para 3.700 agricultores fami - liares da região. O novo programa federal pretende tornar o Brasil o maior produtor mundial de dendê garantindo o suprimento de combustível renovável. A área de produção de palma será aumentada para 130.000 hectares, até 2014, em 44 municípios das regiões Norte e Nordeste. Novecentos parceiros na agricultura familiar e 300 médios e grandes produtores participarão imediatamente do programa. Hoje a produção nacional é liderada pelo Pará, onde o óleo de dendê é transformado em biodiesel por nove usinas. A Petrobras está construindo outras três e, em parceria com a empresa portuguesa Galp Energia, deverá exportar 250.000 toneladas de dendê por ano, a partir de 2015, para industrializar e distribuir no mercado europeu. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão – R$ 554 milhões do Brasil e R$ 430 milhões de Portugal. OMovimento dos Sem-Terra (MST) divulgou nota em que acusa o pré-candidato a presidente da República, José Serra (PSDB), de não ter compromisso com a reforma agrária e de querer acabar com as políticas públicas para os assentamentos rurais, que são realizadas através de parcerias de entidades sociais com os mi nistérios do governo federal. Durante visita nesta semana à 18ª Feira Nacional de Soja (Fenasoja), no município gaúcho de Santa Rosa, Serra voltou a acusar o MST de usar a reforma agrária como pretexto para "invasões políticas" e afirmou que, se eleito, pretende cortar as fontes de financiamento do movimento. Para o MST, os convênios foram firmados durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do qual Serra era minis tro, o que revela a falta de compromisso com a reforma agrária. Para o MST, o Estado deve “retomar as suas responsabilidades e criar ins trumentos públicos para a assistência técnica e agroindustrialização dos assentamentos, além de garantir os direitos sociais previstos na Constituição, como educação, saúde”. QUESTÃO AGRÁRIA
MST acusa Serra de não ter compromisso com a reforma agrária
OMovimento dos Sem-Terra (MST) divulgou nota em que acusa o pré-candidato a presidente da República, José Serra (PSDB), de não ter compromisso com a reforma agrária e de querer acabar com as políticas públicas para os assentamentos rurais, que são realizadas através de parcerias de entidades sociais com os mi nistérios do governo federal. Durante visita nesta semana à 18ª Feira Nacional de Soja (Fenasoja), no município gaúcho de Santa Rosa, Serra voltou a acusar o MST de usar a reforma agrária como pretexto para "invasões políticas" e afirmou que, se eleito, pretende cortar as fontes de financiamento do movimento. Para o MST, os convênios foram firmados durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do qual Serra era minis tro, o que revela a falta de compromisso com a reforma agrária. Para o MST, o Estado deve “retomar as suas responsabilidades e criar ins trumentos públicos para a assistência técnica e agroindustrialização dos assentamentos, além de garantir os direitos sociais previstos na Constituição, como educação, saúde”.
Corte de verbas para famílias pobres revela farsa tucana www.brasiliaconfidencial.com.br número 231- segunda-feira, 10 de maio de 2010 Pré-candidato à Presidência pela facção oposicio - nista recentemente atingida por um surto de admiração ao programa federal Bolsa Família, o tucano José Serra (foto) deixou no governo de São Paulo evi - dências importantes de que seu interesse por programas de transferência de renda à população pobre é muito novo – ou gravemente falso, como uma farsa. Documento produzido há três meses pela bancada do PT na Assembleia paulista e reportagem veiculada neste fim-de-semana pela Folha de São Paulo deixam claríssimo que o Governo Serra fez, de seus 39 meses de duração, um período perverso para as mais de 1,5 milhão de famílias pobres ou extremamente pobres que precisam de assistência do Estado. Tomados por base os dois principais programas esta duais de transferência de renda, o Renda Cidadã e o Ação Jovem, dados do próprio governo paulista re - velam que Serra reduziu o número de famílias e de estudantes pobres assistidos. Hoje, enquanto apenas o Bolsa Família criado e expandido pelo Governo Lula favorece 1,1 milhão de famílias paulistas, o Renda Cidadã reduzido por Serra beneficia menos de 140 mil famílias. Os dados oficiais mostram o seguinte: 1) No ano eleitoral de 2006, quando Geraldo Al - ckmin disputou a Presidência e Serra concorreu ao go - verno paulista, as verbas do Renda Cidadã e do Ação Jovem foram mais do que duplicadas - de R$ 88,8 mi - lhões para R$ 190,6 milhões. Ao longo do Governo Serra, as verbas foram reduzidas. 2) De 2006 para 2009 os orçamentos dos programas paulistas de transferência de renda foram reduzidos em mais de R$ 80 milhões - de R$ 279,5 milhões para R$ 198,9 milhões. 3) Em 2006, o Renda Cidadã distribuiu R$ 121,4 milhões e favoreceu 160,3 mil famílias com R$ 60 por mês. No ano passado, o número de famílias beneficia - das foi inferior a 138 mil e a verba transferida ficou abaixo de R$ 98 milhões. 4) O orçamento da Secretaria estadual de Assistência e Desenvolvimento Social tem sofrido redução permanente. A participação da secretaria no orçamento estadual caiu de 0,42%, em 2008, para 0,36%, em 2009, e para 0,29% neste ano. 5) Os programas de Proteção Social Básica (atendimento socioassistencial por meio de entidades, serviços e projetos abertos) e de Proteção Social Especial (atendimento e assistência por meio de equipamentos de tipo abrigo) beneficiam menos de 374.000 pessoas
Governo tucano desviou R$ 660 milhões do ensino básico OGoverno José Serra (PSDB) deixou de aplicar no ensino básico, em 2009, nada menos do que R$ 660 milhões – mais da metade do total de R$ 1,2 bilhão que 21 estados deveriam ter repassado ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica, mas desviaram para outras atividades recorrendo a uma prática que o Ministério da Educação chama de sonegação contábil. Em valores absolutos, segundo o MEC, o estado de São Paulo é o maior devedor do Fundeb. O segundo grande devedor é o Espírito Santo, que desviou R$ 259 milhões,Em valores absolutos, segundo o MEC, o estado de São Paulo é o maior devedor do Fundeb. O segundo grande devedor é o Espírito Santo, que desviou R$ 259 milhões, equivalentes a mais de 22% do dinheiro devido ao fundo. Os governos dos dois estados negam qualquer irregularidade
PSDB recomenda “defesa veemente” das privatizações paulistas
Odiretório paulista do PSDB produziu uma cartilha, formada por cem perguntas e respostas, para orien tar seus candidatos e militantes a defen - derem as privatizações realizadas durante o governo Fernando Henrique e, no plano estadual, intensificadas durante o Governo Serra. A cartilha compara privatizações e concessões feitas no Governo Lula e no governo estadual de Serra. E chama a atenção dos tucanos sobre a necessidade de “defender veementemente o programa paulista” de con cessões rodoviárias, embora reconheça que as concessões feitas pelo governo federal “apresentaram um modelo de outorga que resultou em tarifas bem inferio res às que são praticadas nas concessões paulistas”. O processo de concessões rodoviárias desenvolvido pelos sucessivos governos tucanos de São Paulo quintuplicou o número de praças de pedágio no estado. Em 1997, havia 40 praças - todas sob gestão estatal. Agora são 225 - e todas sob concessão privada. Só o Governo Serra autorizou, em três anos, a operação de 82 novas praças de pedágio. OBRAS PÚBLICAS
ELEIÇÕES Serra privatizou, mas não quer tratar do assunto Repetindo comportamento que adotou em Porto Alegre, há dez dias, o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, voltou a se irritar ontem, no Rio, ao ser questio - nado sobre a eventual disposição de privatizar patrimônio e bens públicos, caso seja eleito. No dia 5, uma pergunta sobre esse tema levou Serra a responder agressivamente a uma jornalista do grupo RBS, que participava de uma entrevista multimídia com o candidato. Ontem, o tucano se irritou com um profissional da empresa pública EBC, ex-Radiobrás. Repórter: "A Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão livres da privatização?" Serra: "Claro que sim, quem falou o contrário? De onde você é?" Repórter: "Da Radiobrás." Serra: "Muito bem, então informe isto a seus patrões". Serra tem insistido em classificar as perguntas de jornalistas sobre privatização como “trololó” de caráter eleitoral. Veladamente, atribui esse “trololó” ao PT. Seu esforço é evitar que cole nele, como colou em Geraldo Alckmin na campanha presidencial de 2006, a imagem de privatista, resultante dos processos de desestatização a que se dedicaram tanto o Go - verno Fernando Henrique quanto os sucessivos governos tucanos no estado de São Paulo. Recente estudo da bancada do PT na Assembleia Legislativa paulista informa que os governo de São Paulo, sob comando do PSDB, fizeram do estado o “palco do maior processo de transferência de patri mô - nio público para grupos privados de que se tem notícia no país: nada menos de R$ 79,2 bilhões nos leilões da privataria”. O processo de privatização, que teve ritmo reduzido no Governo Alckmin, foi fortemente retomado nos 39 meses do Governo Serra. Apenas no sistema rodoviário, Serra autorizou a ope ração de, pelo menos, 82 praças de pedágio privadas
Defensoria quer punição ao governo paulista pela matança de 2006 ADefensoria Pública de São Paulo apresentou à Justiça, nesta semana, oito ações em que pede que o Estado seja condenado a indenizar parentes e um sobrevivente da série de assassinatos ocorridos na cidade de Santos, em maio de 2006,atribuídos a uma organização criminosa e a policiais que teriam revidado aos ataques. Na capital, em Santos e outras cidades, 493 pessoas foram mortas à época. O defensor público Antonio José Maffe zoli Leite diz que as ações de indenização pretende responsabilizar o Estado pelas mortes, uma vez que há in dí cios de participação de policiais na matança. Ele também acusa o governo estadual de ter sido omisso ao não garantir a segurança da população nos dias de ata que e não coibir as possíveis repre sálias de seus agentes de segurança. Maffezolli ainda pede à Justiça que res ponsabilize o governo paulista por não ter investigado corretamente os crimes e punido os responsáveis pelos abusos. O sobrevivente e os familiares das vítimas poderão receber uma reparação em dinheiro por danos morais, que pode chegar a 300 salários mínimos, indenizações por danos materiais, tais como despesas com funeral e tratamentos de saúde por doenças decorrentes do sofrimento que tiveram, além de indenizações decorrentes de lucros cessantes, no caso em que a vítima ajudava no sustento da família. MÃES DE MAIO Nesta quinta-feira, 13, mães de vítimas dos assassinatos de 2006 fizeram uma manifestação no centro de São Paulo. Elas expuseram, sobre a calçada, fotos, cru - zes e bonecos, simbolizando as 493 pessoas mortas. O movimento das Mães de Maio começou no ano passado, quando o grupo recorreu à internet buscando apoio ao manifesto em que atribuem a “policiais e grupos de extermínio paramilitares ligados à Polícia Militar”. Rememorando a crise que se estabeleceu em São Paulo no último ano do Governo Alckmin (PSDB), pouco depois que o tucano renunciou ao cargo para disputar a Presidência da República deixando-o ao vice, Cláudio Lembo (do então PFL), o documento afirmava que, “em uma cínica e mentirosa onda de resposta ao que se chamou na grande imprensa de ataques do PCC, foram executadas sumariamente” pelo menos 493 pessoas, entre elas “mais de 400 jovens negros, descendentes de indígenas e pobres” que hoje “constam entre mortas e desaparecidas”. Ainda de acordo com o manifesto, centenas de mães, milhares de familiares e amigos que “tiveram, no intervalo de pouco mais que uma semana, seus entes queridos assassinados covardemente”, até hoje “seguem sem qualquer satisfação por parte do Estado brasileiro”. Os casos, assinala o documento, “perma necem arquivados sem investigação correta”; ninguém foi submetido a julgamento; e as famílias das vítimas jamais receberam “qualquer proteção, indenização ou reparação”. Nova campanha combate abuso e exploração sexual de menores ASecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República inicia domingo, em Brasília, mais uma tentativa de mobilizar a sociedade a proteger crianças e adolescentes contra o abuso e a exploração sexual. O lançamento da campanha marcará a passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio. Na própria terça-feira será anunciado o Prêmio Neide Castanha, para projetos e iniciativas com resultados exitosos no enfrentamento da violência sexual contra menores. Neide Viana Castanha, morta em janeiro deste ano, foi secretária executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e também atuou no Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). João Varella/R7
PT confronta Lula e Dilma a Fernando Henrique e Serra OPartido dos Trabalhadores lembrou ontem à noite, em rede nacional de televisão, que o Brasil gerou cinco milhões de empregos nos oito anos do go - verno de Fernando Henrique Cardoso e José Serra, enquanto gerou 12 milhões de empregos sob Lula e Dilma. Lembrou também que, enquanto sob FHC e Serra a inclusão social foi insignificante, no governo de Lula e Dilma 31 milhões de pessoas entraram na classe média. Em outra comparação dos dois governos, destacou que o país sofreu racionamento de energia durante oito meses de governo FHC e Serra, enquanto no governo Lula e Dilma nunca houve racionamento. Essas comparações foram apresentadas no programa partidário do PT em meio a depoimentos do presidente Lula, da pré-candidata Dilma Rousseff, do presidente do partido, José Eduardo Dutra, e dos ministros da Educação, Fernando Haddad; da Fa zen - da, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Ber - nardo. O programa alternou aparições e declarações de Lula e de Dilma, sobre a história pessoal e o desempenho da atual pré-candidata na Secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, no Ministério de Minas e Energia e na chefia da Casa Civil. Lula afirmou que o que mais admira em Dilma é a história dela. "Um dia me perguntaram porque eu admiro tanto a Dilma. Pensaram que eu ia dizer que era porque a Dilma me ajudou muito no governo. Claro que eu também admiro isso, mas o que eu admiro mesmo é a história dela. A Dilma é uma mulher que sempre viveu tudo intensamente". Um locutor lembrou o combate de Dilma ao regime militar. "Lutei sim. Lutei pela liberdade e pela democracia com os meios e as concepções que eu tinha. Quando o Brasil mudou, eu mudei. Mas nunca mudei de lado”, afirmou a pré-candidata. O presidente relacionou a história da Dilma à do líder africano Nelson Mandela, que pegou em armas contra o Apartheid e foi preso. "O Mandela me disse que foi para o confronto porque não deram outra opção E ninguém fez mais pela união da África do Sul do que o Mandela fez, depois de passar 27 anos na prisão". A propaganda petista exaltou também o programa “Luz para Todos', que “levou energia a mais 11 milhões de pequenos produtores rurais". E mostra Dilma conversando com uma beneficiária do programa. "Grande parte do sucesso do governo está na capacidade de gerenciar da companheira Dilma", sublinhou o presidente Lula, que também atribuiu à pré-candidata "a ternura e a sensibilidade dos mineiros, para fazer política, e a intrepidez dos gaúchos".
Justiça Eleitoral proíbe DEM de louvar Serra AJustiça Eleitoral mandou o DEM suspender as inserções publicitárias que veicularia no estado de São Paulo, ontem e em mais dois dias, com propaganda do pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra. A suspensão foi pedida pelo PT e ordenada pelo ministro Aldir Passarinho Junior, corregedorgeral eleitoral do TSE. Na terça-feira, o DEM usou seu espaço de propaganda em São Paulo para veicular diversas referências a Serra e exibir imagens do pré-candidato tucano. Apresentados pelo prefeito paulistano, Gilberto Kassab (DEM), os “comerciais” começam dizendo que o país vai bem, mas pode “melhorar muito mais”, e listam realizações da Prefeitura em parceria com o governo estadual citando Serra nominalmente. “Tal conduta, no cenário de disputa eleitoral já deflagrada com o anúncio das pré-candidaturas à Presidência da República, não há como ser tolerada”, justificou o corregedor-geral. O DEM fez propaganda de seus próprios candidatos e de candidatos do PSDB em outros estados também. No Rio, usou a TV para promover o exprefeito César Maia, candidato ao Senado. E em Minas Gerais fez pro paganda de Antônio Anastasia e Aécio Neves, respectivamente candidatos do PSDB ao governo estadual e ao Senado.
FUNCIONALISMO Estudo afirma que aumento de pessoal era necessário e melhorou serviços públicos Aparticipação do funcionalismo no mercado de trabalho brasileiro é inferior à média dos países desen volvidos, embora os custos da folha de pa gamento comprometam parcela maior do Produto Interno Bruto (PIB). O setor público responde por 12% dos postos de trabalho existentes no Brasil e custa 12% do PIB, enquanto os governos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento (OCDE) empregam 22% dos trabalhadores dos seus países e gastam 11,5% do PIB. Os dados estão no Relatório de Avaliação da Gestão de Recursos Humanos no Governo Fe - deral, elaborado pela OCDE com apoio do go - verno brasileiro e do Banco Mundial, e divulgado ontem pelo Ministério do Planejamento. Para o secretário de Gestão, Tiago Falcão (foto), o relatório reflete a recuperação do setor público promovida pelo presidente Lula. Desde 2003, o Governo Lu la autorizou a realização de concursos para contratação de 190.000 servidores, metade dos quais para a área de educação. O governo anterior, ao contrário, havia cortado quase 100.000 postos de trabalho no setor público. Quando Fernando Henrique assumiu a Presidência, em 1995, o go verno contava com 570.000 funcionários; quando deixou o poder, eram 485.000. O estudo reconhece que as novas contratações eram necessárias para “melhorar o acesso da população aos serviços públicos, especialmente nas áreas da saúde e educação, e para superar deficiências pré-existentes na capacidade do governo". A publicação, de 340 páginas, faz uma série de alertas e recomendações para melhorar a eficiência da gestão de pessoal e enfrentar problemas e oportunidades anunciados, como o grande número de aposentadorias num futuro bem próximo, já que cerca de 40% dos servidores do governo federal têm mais de 50 anos. O governo pode aproveitar esse momento para ajustar a alocação da força de trabalho às suas prioridades, mas terá que garantir que os funcionários que se afastam não levem todo o conhecimento que acumularam nos anos de trabalho. Será necessário acelerar os processos de treinamento e até mesmo criar mecanismos para manter, por alguns anos adicionais, funcionários em posições estratégicas que seja difícil de substituir. Os técnicos da OCDE analisaram e apresentaram propostas também para a composição de salários e estratégias de criação de cargos e distribuição de pessoal. A maioria das recomendações, segundo Tiago Falcão, já constam da agenda de reformas do funcionalismo em curso no governo. “Os desafios listados no estudo da OCDE já cons - tavam de nossa agenda, como o aperfeiçoamento do processo de recrutamento, os critérios e mecanismos para a ocupação dos cargos de direção, o alinhamento entre realidades, competências e remuneração, que já estão implementados ou em construção no governo
ELEIÇÕES Aliados de Lula lideram disputa em seis de nove estados pesquisados
Os resultados de pesquisas feitas pelo instituto Vox Populi em nove estados e no Distrito Federal, sobre a intenção de voto para governador, apontam a liderança de précandidatos do PT e de aliados ao Governo Lula em seis estados; o PSDB lidera em dois, e o DEM em um. No Distrito Federal o pré-candidato que lidera a pesquisa ainda negocia seu palanque com os tucanos. Divulgadas ao longo desta semana pelo Jornal da Band, da Rede Bandei - rantes, as pesquisas indicam que os petistas Jaques Wagner e Tarso Genro (foto) lideram a disputa, respectivamente, na Bahia e no Rio Grande do Sul. Na Bahia, Wagner tem 41% - 9 pon tos acima do segundo colocado, Paulo Souto (DEM) e 32 pontos acima do terceiro, Geddel Vieira Lima (PMDB). No Rio Grande do Sul, Tarso Genro está 5 pontos à frente de José Fogaça (PMDB) e mais de 20 pontos acima de Yeda Crusius (PSDB). O governador Eduardo Campos (PSB) lidera a disputa em Pernambuco. Candidato à reeleição, tem 57% das intenções de voto – o dobro de seu principal adversário, Jarbas Vasconcelos, da facção minoritária do PMDB que apoia José Serra. No Rio, em Minas Gerais e na Paraíba os líderes das pesquisas são peemedebistas aliados ao Governo Lula. No Rio, o governador Sérgio Cabral está 22 pontos à frente de Fernando Gabeira (PV), aliado de Serra e/ou de Marina, e 23 pontos à frente de Anthony Garotinho (PR). Em Minas, tanto o peemedebista Hélio Costa quanto o petista Fernando Pimentel estão à frente do pré-candidato do PSDB, Antônio Anastasia. O tucano está 28 pontos atrás de Hélio Costa e 14 pontos atrás de Pimentel. Na Paraíba o líder é o governador José Maranhão – 8 pontos à frente de Ricardo Coutinho (PSB) e 36 pontos à frente do tucano Cícero Lucena. Dos nove estados pesquisados pelo Vox Populi, o DEM, principal parceiro do PSDB de Serra, só lidera as intenções de voto na Paraíba, com a pré-candidata Rosal ba Carlini. Ela aparece com 33 pontos acima de Carlos Eduardo Alves (PDT) e 34 acima de Iberê de Souza (PSB). Pré-candidatos tucanos ocupam a liderança das pesquisas em São Paulo e no Paraná. Geraldo Alckmin está 32 pontos à frente de Aloízio Mercadante, na disputa pelo governo paulista, e Beto Richa tem vantagem de 7 pontos sobre Osmar Dias (PDT) no Paraná. No Distrito Federal, o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) tem 42%, o petista Agnelo Queiroz tem 32% e a tucana Maria de Lurdes Abadia obteve 6%. Entre os candidatos à Presidência da República, a petista Dilma Rousseff está à frente de José Serra no Rio de Janeiro (13 pontos), na Bahia (12 pontos), no Distrito Federal (10 pontos), Paraíba (26 pontos), Pernambuco (29 pontos) e Rio Grande do Norte (11 pontos); Serra está à frente em Minas (3 pontos), no Rio Grande do Sul (15 pontos), em São Paulo (13 pontos) e no Paraná (12 pontos).
EVOLUÇÃO POR INSTITUTO VOx POPULI/BAND Candidato Janeiro Março Maio Dilma 27 31 38 Serra 34 34 35 DATAfOLhA Candidato fevereiro Março Abril Maio Dilma 31 30 30 37 Serra 38 40 42 37 SENSUS/CNT Candidato Janeiro Maio Dilma 27,8 35,7 Serra 33,2 33,2 eleições/continuação culo a esse respeito? Coimbra - A imagem de FHC é negativa e a maioria das pessoas acha que o governo dele foi muito pior do que o de Lula. Isso é ruim para Serra. Noblat - Por que Dilma cresceu tanto em maio? Exposição em programas partidários na tv? Companhia de Lula no programa do PT? Ou cresceria de todo jeito? Coimbra - Todas as opções estão corretas. A propaganda do partido ajudou, Lula também, e ela estava em crescimento lento, mas firme. Noblat - Em junho, Serra terá muito espaço nos programas de tv de partidos. Automaticamente ele crescerá? Coimbra - Serra é muito conhecido, o que limita essa hipótese. Mas deve melhorar, nem que seja por sustar o crescimento natural de Dilma. Noblat - Lula já foi multado 4 vezes por fazer pro - paganda de Dilma antes do tempo. Faz mais de 1 ano que ele está em campanha por ela. Isso não a ajudou? Coimbra - Mais que ajudou, é a explicação de tudo. Ele antecipou a campanha, todo mundo entrou em campo e ele teve tempo para apresentar sua candidata. Noblat - Todo mundo, não. Serra não entrou. E ninguém dispunha do grau de exposição de Lula e de Dilma. Coimbra - Desde 2009, todos os programas partidários foram eleitorais, PT, PSB e PSDB. Quanto à demora de Serra, a decisão foi dele e só dele. Noblat - Serra tem um "teto" de votos que dificilmente ultrapassará? Qual seria? Coimbra - Serra tem um piso alto e um teto limitado pelo tipo de eleição que fazemos, onde o eleitor se pronuncia sobre politicas e governos e não sobre biografias. Noblat - E o teto de Dilma e de Marina Silva? Coimbra - O teto de Dilma é o desejo de continuidade, que é muito alto. Marina corre o risco de ficar espremida entre os dois grandes e não conseguir crescer. Noblat - O que Serra precisaria fazer para driblar esse quadro desfavorável e ganhar? Ou não tem como? Coimbra - Trazer a eleição para o campo dele, o da comparação de currículos. Torcer para que Dilma erre muito. Mas sua posição é desvantajosa. Noblat - Aécio de vice poderia ajudar Serra a se eleger ou não acrescentaria grande coisa? Coimbra - Aécio só é bem conhecido em Minas Gerais, onde Lula é muito querido. Serra está bem e é dificil avaliar se um ganho em Minas faria diferença. Noblat - Não dá para avaliar se um ganho em Minas faria diferença para Serra? Ou você prefere não avaliar? Coimbra - Minas é 11% do eleitorado. Aumentar 20 pontos no estado é 2% no total do país. Pode ser muito pouco no resultado final
O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, José Eduardo Dutra, repudiou a acusação infundada do pré-candidato da oposição, José Serra (PSDB), e lamentou o desespero da oposição que inventa supostos dossiês. Ouça reportagem sobre a entrevista do presidente do PT.
Assista ao vídeo com José Eduardo Dutra.
Leia a entrevista do presidente do PT:
"Primeiro, eu quero registrar aqui que lamento profundamente este tipo de declaração do candidato Serra. Eu só posso atribuir a talvez um grau de estresse acima do suportável, preocupado com eleição, talvez efeito de “pesquisite” aguda, algum tipo desta natureza. Porque olha, o site do PT foi invadido por talvez militantes, sei lá do PSDB que colocaram lá propaganda do Serra no site do PT. Eu nunca responsabilizei o Sérgio Guerra, presidente do PSDB, por este episódio.
"Rola na internet várias baixarias contra a candidata Dilma Rousseff, documentos que podem ser impressos, catalogados, colocados em uma pasta, por exemplo, e colocar Dossiê contra Dilma Rousseff. Nós nunca responsabilizamos o candidato Serra por isso, até porque seria uma profunda irresponsabilidade. Eu inclusive lamento. Ontem quando vi a entrevista do Sérgio Guerra, dizendo que iria cobrar explicações da Dilma a respeito do suposto Dossiê que teria não sei o quê... Eu defini como patifaria. Lamento pelo seguinte, porque agora o Serra faz uma acusação pior ainda, porque ele responsabiliza a Dilma. Como eu usei o termo patifaria em relação ao Sérgio Guerra, estaria obrigado a usar um termo mais agressivo contra o Serra. Como eu fui colega do Serra no Senado, o tenho em boa conta, então eu prefiro, vou só dizer que eu atribuo isto a um grau de estresse acima do suportável.
"Nós repelimos esta acusação! Não há nenhuma ação por parte do PT ou da coordenação da campanha no sentido de orientação, no sentido de encomenda, no sentido de autorização, no sentido de qualquer elemento que autorize qualquer pessoa do PT ou da campanha a desenvolver quaisquer ações no sentido de formação de dossiês.
"Nós repelimos essa prática e nós repelimos essas acusações. Nós lamentamos - e quero lamentar particularmente, porque passei por um debate com o candidato Sérgio Guerra no [jornal] Estado de São Paulo, onde houve um compromisso de que não inferia enveredar por baixarias – e nós lamentamos hoje, tentar jogar no nosso colo uma acusação de um suposto dossiê que inclusive o que me surpreende, é que vi no Blog do Noblat essa noite, o seguinte.
"Primeiro, colocou um post dizendo o seguinte: começa a vazar o dossiê contra Serra. E coloca o comentário de um leitor dele que faz referência a duas acusações contra o Serra. E depois diz o seguinte: Olha, eu havia postado, colocado esse post no blog, depois fui informado por um amigo que essas acusações estavam no Google e na internet há muito tempo. E mais, ele disse o seguinte: Consultei uma fonte que teve acesso ao suposto dossiê e essa fonte me confirmou que as tais acusações constavam do suposto dossiê. E pede desculpas porque na verdade essas acusações faziam parte.
"Eu só queria entender uma coisa. Tem um suposto dossiê, que teria sido encomendado pelos supostos aloprados do PT e descobre-se que este suposto dossiê tem informações que estão na internet há muito tempo. Eu comentei: olha, como eu estou lendo a biografia do Bussunda, eu só posso dizer: fala sério. Porque é o tipo de acusação absolutamente improcedente e que não tem qualquer sustentação na realidade. Se a oposição está tão desesperada assim, com falta de assunto, com falta de proposta, tenha santa paciência."
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EDUARDO SOUTO JORGE [Moderator] 1 dia atrás 10 people liked this. DILMA, VOU FALAR DIRETAMENTE PARA VOCE. SABE PORQUE? POR QUE SOU FILIADO AO PT DESDE 1981. PERTUBO OS MEUS AMIGOS REACIONARIOS A LONGO TEMPO. ASSIM ESPERO QUE VOCE ME ESCUTE.FACA SEMPRE COMO O DUTRA FEZ. NAO DEIXE O PIG SEM RESPOSTA. E' NO MESMO SEGUNDO POSTERIOR A ESSES ATAQUES SUICIDAS. E NAO SE ENGANE MEU AMOR, ELES VAO TENTAR DE TUDO. VOCE E' MARAVILHOSA E ESTA INDO MUITO BEM. UM BEIJAO. EDUARDO SOUTO JORGE Marcar Gostei Responder Responder * o Expand » o Convidado
basicregisters [Moderator] 1 hora atrás Enquanto a oposição surta Dilma e Lula trabalham. Marcar Gostei Responder Responder * o Expand » o Convidado
ITAMAR R. TOSTES [Moderator] 2 horas atrás MAIS PREOCUPANTE DO QUE A TRAMA DO SUPOSTO DOSSIÊ É O CONTEÚDO DO ASSUNTO DA COLUNA DO JORNALISTA MERVAL PEREIRA, PUBLICADA ONTEM DIA DOIS, NO JORNAL O GLOBO. ACHO QUE NESSE CASO VALE PLAGIAR O MOVIMENTO DO ADESIVO: " Mexeu com a Dilma, mexeu comigo." Marcar Gostei Responder Responder * o Expand » o Convidado
Wilson Ramos [Moderator] 10 horas atrás A reação do PT para este tipo de ataque deveria ir na seguinte linha: Não faltam ao PT, por meio de Lula e de Dilma, realizações e demonstrações de capacidade de governar para a maioria, de uma forma que nem o maior dos otimistas poderia prever que aconteceriam. O PT não precisa diminuir os adversários para parecer melhor do que eles, ele já tem esta imagem na maioria da população. Tumultuar uma campanha com acusações diretas e sem provas só pode ser entendido como reação de quem se reconhece numa situação de inferioridade e não tem coisas boas para mostrar-se melhor que o adversário. Marcar Gostei Responder Responder * o Expand » o Convidado
Roberto [Moderator] 20 horas atrás Não se preocupem com essas baixarias, nós brasileiros trabalhadores não caimos mais neste tipo de golpe, lembrem-se das campanhas contra o Lula. Parabéns Dilma estamos com você. Marcar Gostei Responder Responder * o Expand » o Convidado
ivanilson [Moderator] 1 dia atrás Sra Dilma, com todo o carinho que eu tenho por sua luta na política nacional,não se preucupe com isso,apenas faça o seu trabalho,que por sinal está sendo ótimo,em outubro nós daremos a resposta a eles,que vai ser nas urnas....um grande abraço! Marcar Gostei Responder Responder * o Expand » o Convidado
Gildeci Francisco Alves [Moderator] 1 dia atrás Eu estou muito contente com teu trabalho Sr. Dilma por tar fazendo contato com todos companeiro te agradeso te desejo muitas sortes que voce ganhe mais uma abraço e um beijo Peixoto de Azevedo MT Marcar Gostei Responder Responder * o Expand » o Convidado
lincoln [Moderator] 1 dia atrás A oposição não tem argumento o passado encarrega de condenalos.Pois governaram o pais por decadas e não souberom.agora é Dilma agora é PT,neles.lincoln Marcar Gostei Responder Responder
Oliver Stone se reúne com Dilma e elogia sua capacidade A- A+
01.06.2010
O cineasta Oliver Stone está no Brasil para divulgar o documentário “Ao Sul da Fronteira” e aproveitou a passagem pelo país para conversar e conhecer melhor as ideias da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff. Ao sair do encontro hoje pela manhã, ele concedeu uma breve entrevista exclusiva para o Dilma na Web e elogiou as qualidades da petista. Assista à reportagem do encontro.
Stone disse que ficou impressionado com o conhecimento dela sobre o Brasil, em relação a temas de energia e economia. O cineasta também elogiou o papel do Brasil no cenário internacional, em especial a atuação no caso do Irã. Veja abaixo os principais trechos da entrevista. Veja a galeria de fotos e assista ao vídeo legendado da entrevista.
Governo tucano atrasa São Paulo com metas de papel www.brasiliaconfidencial.com.br número 257 - quinta-feira, 10 de junho de 2010 HERANÇA DE SERRA Worldpress Crítico agressivo do Programa federal de Aceleração do Crescimento (PAC), que tentou desqualificar chamando de "uma lista de obras" com "baixo grau de execução", o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, deixou o governo de São Paulo devendo muito do que planejou fazer. Uma análise detalhada do Plano Plurianual de São Paulo mostra que o Governo Serra não cumpriu mais de 40% das metas com que se comprometeu. Elaborado para o período 2008/2011, o PPA é uma espécie de roteiro produzido pelas secretarias estaduais em obediência às diretrizes do governo. E serve para orientar a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual. Contas da bancada do PT na Assembleia Legislativa indicam que o Governo Serra previu 887 ações no PPA. Desse total, 367 ações – 41,38% - estão abaixo da meta e apenas 109 ações – menos de 13% - estão dentro. Em três anos de governo, concluiu a bancada petista, Serra executou menos de 47% das ações que previu no Plano Plurianual. Segundo os deputados petistas, nada foi feito, por exemplo, no sentido de criar um centro de orientação e encaminhamento de pessoas com necessidades especiais, assim como não houve incentivo ao Programa Aprendiz, que estimula contratos de aprendizagem. Também não saíram do papel os projetos de implantação do sistema de auditoria eletrônica nem as iniciativas de recuperação da Serra do Mar. "Eles cobram tanto do PAC, e o PAC avançou muito mais que o PPA deles", ataca o líder da bancada petista, Antonio Mentor. O parlamentar denuncia ainda o que classifica como outros absurdos do PPA de São Paulo: na área da educação, desde 2008 o Governo Serra deixou de construir 2.000 salas de aula e de adequar 2.659 prédios escolares; 30.000 estudantes não foram contemplados com transporte escolar; não foram criadas 35.800 vagas no ensino médio, técnico e tecno lógico. Na opinião do líder petista, a grande realização do Governo Serra, por enquanto, aconteceu mesmo na véspera da renúncia dele ao cargo de governador. “Foi a inauguração, em março, da maquete de uma ponte ligando Santos ao Guarujá. A ponte mesmo, não existe”, destaca Mentor. PAC
Governo tucano atrasa São Paulo com metas de papel www.brasiliaconfidencial.com.br número 257 - quinta-feira, 10 de junho de 2010 HERANÇA DE SERRA Worldpress Crítico agressivo do Programa federal de Aceleração do Crescimento (PAC), que tentou desqualificar chamando de "uma lista de obras" com "baixo grau de execução", o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, deixou o governo de São Paulo devendo muito do que planejou fazer. Uma análise detalhada do Plano Plurianual de São Paulo mostra que o Governo Serra não cumpriu mais de 40% das metas com que se comprometeu. Elaborado para o período 2008/2011, o PPA é uma espécie de roteiro produzido pelas secretarias estaduais em obediência às diretrizes do governo. E serve para orientar a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual. Contas da bancada do PT na Assembleia Legislativa indicam que o Governo Serra previu 887 ações no PPA. Desse total, 367 ações – 41,38% - estão abaixo da meta e apenas 109 ações – menos de 13% - estão dentro. Em três anos de governo, concluiu a bancada petista, Serra executou menos de 47% das ações que previu no Plano Plurianual. Segundo os deputados petistas, nada foi feito, por exemplo, no sentido de criar um centro de orientação e encaminhamento de pessoas com necessidades especiais, assim como não houve incentivo ao Programa Aprendiz, que estimula contratos de aprendizagem. Também não saíram do papel os projetos de implantação do sistema de auditoria eletrônica nem as iniciativas de recuperação da Serra do Mar. "Eles cobram tanto do PAC, e o PAC avançou muito mais que o PPA deles", ataca o líder da bancada petista, Antonio Mentor. O parlamentar denuncia ainda o que classifica como outros absurdos do PPA de São Paulo: na área da educação, desde 2008 o Governo Serra deixou de construir 2.000 salas de aula e de adequar 2.659 prédios escolares; 30.000 estudantes não foram contemplados com transporte escolar; não foram criadas 35.800 vagas no ensino médio, técnico e tecno lógico. Na opinião do líder petista, a grande realização do Governo Serra, por enquanto, aconteceu mesmo na véspera da renúncia dele ao cargo de governador. “Foi a inauguração, em março, da maquete de uma ponte ligando Santos ao Guarujá. A ponte mesmo, não existe”, destaca Mentor. PAC
Quilombolas pedem apoio a decreto ameaçado pelo DEM Quarenta e três comunidades reunidas no 1º Encontro Nacional de Turismo em Comunidades Quilombolas, organizado por cinco ministérios e mais o Instituto Socioambiental, divulgaram carta aberta pedindo a - poio da sociedade ao decreto que regu lamenta o procedimento para identificação, reconheci - mento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes de quilombolas. O apelo é uma tentativa de despertar interesse da sociedade contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade apresentada pelo DEM ao Supremo Tribunal Federal. Os quilombolas pedem que o STF promova audiências públicas antes do julgamento. Eles argumentam que o decreto é constitucional e atende compromisso do país com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). No encontro, que termina hoje no Vale do Ribeira (SP), estão sendo debatidas alternativas para o desenvolvimento e o apri mo - ramento do turismo sustentável nas co mu nidades quilombolas, historicamente localizadas em áreas com importantes recursos naturais, com o objetivo de valorizar e fortalecer essas culturas. MoViMENtoS SoCiAiS
Grevistas da ex-Febem se queixam de retaliações em São Paulo Trabalhadores da Fundação Casa (antiga Febem) acusaram ontem a diretoria da instituição de impor diversas retaliações à categoria, pela recente greve de seis dias. Eles pretendem recorrer à Justiça reclamando contra troca de turnos, transfe - rências absurdas, escalas descabidas e processos admi nistrativos. O sindicato que representa os funcionários (Sitraemfa) afirma também que seus dirigentes, que lideraram a greve, estão ameaçados de demissão caso não voltem ao trabalho. Desde 2005, eles são liberados para exercerem a atividade sindical.
Para centrais sindicais, Serra 'mente' e atua contra os trabalhadores Sindicalistas contestam realizações de Serra no campo trabalhista. Para Sérgio Guerra, centrais sindicais são 'massa de manobra do governo'.
Lula em Porto Alegre dia 29 - Comício com Dilma e Tarso De: Henrique Fontana 1313 deputado federal (contato@henriquefontana.com.br) Enviada: sábado, 24 de julho de 2010 17:13:01 Para: claudeteduarte@hotmail.com
número 297 - terça-feira, 27 de julho de 2010 Serra evita compromisso com reajuste do salário mínimo Ovalor do salário mínimo será aumentado “quando for possível”, afirmou ontem o candidato à Presidência pelas oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB), questionado por jornalistas depois de participar de almoço- debate com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo. Na semana passada, a principal adversária dele, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a manter a política de valorização do salário-mínimo com reajuste baseado no crescimento da economia, durante os dois anos anteriores, mais a inflação. Na palestra que proferiu aos representantes de 650 empresas que respondem por 43% do PIB do setor privado, Serra continuou na linha acusatória ao PT e a Dilma. Repetiu, por exemplo, que o MST apoia Dilma porque, no eventual governo dela, seria possível fazer “mais invasões, mais agitações”. Esse discurso é usado pelo candidato tucano desde que João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, declarou, em entrevista, que “se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo. A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais”. Stédile disse ainda que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar”. Ontem, o comando nacional do MST reagiu às declarações de Serra afirmando, em nota, que o candidato tucano representa os interesses do latifúndio improdutivo e do agronegócio. "José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras, tal como fez no estado de São Paulo em relação aos professores, sem-teto, sem-terra". O movimento afirma também que Serra usa ameaças e "tenta criar um clima de raiva contra o MST" porque não tem projetos que "possam garantir a vida digna dos trabalhadores rurais e urbanos".
Ovalor do salário mínimo será aumentado “quando for possível”, afirmou ontem o candidato à Presidência pelas oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB), questionado por jornalistas depois de participar de almoço- debate com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo. Na semana passada, a principal adversária dele, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a manter a política de valorização do salário-mínimo com reajuste baseado no crescimento da economia, durante os dois anos anteriores, mais a inflação. Na palestra que proferiu aos representantes de 650 empresas que respondem por 43% do PIB do setor privado, Serra continuou na linha acusatória ao PT e a Dilma. Repetiu, por exemplo, que o MST apoia Dilma porque, no eventual governo dela, seria possível fazer “mais invasões, mais agitações”. Esse discurso é usado pelo candidato tucano desde que João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, declarou, em entrevista, que “se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo. A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais”. Stédile disse ainda que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar”. Ontem, o comando nacional do MST reagiu às declarações de Serra afirmando, em nota, que o candidato tucano representa os interesses do latifúndio improdutivo e do agronegócio. "José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras, tal como fez no estado de São Paulo em relação aos professores, sem-teto, sem-terra". O movimento afirma também que Serra usa ameaças e "tenta criar um clima de raiva contra o MST" porque não tem projetos que "possam garantir a vida digna dos trabalhadores rurais e urbanos". Rio: Cabral tem vantagem de 36 pontos sobre Gabeira
Ovalor do salário mínimo será aumentado “quando for possível”, afirmou ontem o candidato à Presidência pelas oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB), questionado por jornalistas depois de participar de almoço- debate com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo. Na semana passada, a principal adversária dele, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a manter a política de valorização do salário-mínimo com reajuste baseado no crescimento da economia, durante os dois anos anteriores, mais a inflação. Na palestra que proferiu aos representantes de 650 empresas que respondem por 43% do PIB do setor privado, Serra continuou na linha acusatória ao PT e a Dilma. Repetiu, por exemplo, que o MST apoia Dilma porque, no eventual governo dela, seria possível fazer “mais invasões, mais agitações”. Esse discurso é usado pelo candidato tucano desde que João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, declarou, em entrevista, que “se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo. A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais”. Stédile disse ainda que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar”. Ontem, o comando nacional do MST reagiu às declarações de Serra afirmando, em nota, que o candidato tucano representa os interesses do latifúndio improdutivo e do agronegócio. "José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras, tal como fez no estado de São Paulo em relação aos professores, sem-teto, sem-terra". O movimento afirma também que Serra usa ameaças e "tenta criar um clima de raiva contra o MST" porque não tem projetos que "possam garantir a vida digna dos trabalhadores rurais e urbanos". Rio: Cabral tem vantagem de 36 pontos sobre Gabeira
Ovalor do salário mínimo será aumentado “quando for possível”, afirmou ontem o candidato à Presidência pelas oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB), questionado por jornalistas depois de participar de almoço- debate com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo. Na semana passada, a principal adversária dele, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a manter a política de valorização do salário-mínimo com reajuste baseado no crescimento da economia, durante os dois anos anteriores, mais a inflação. Na palestra que proferiu aos representantes de 650 empresas que respondem por 43% do PIB do setor privado, Serra continuou na linha acusatória ao PT e a Dilma. Repetiu, por exemplo, que o MST apoia Dilma porque, no eventual governo dela, seria possível fazer “mais invasões, mais agitações”. Esse discurso é usado pelo candidato tucano desde que João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, declarou, em entrevista, que “se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo. A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais”. Stédile disse ainda que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar”. Ontem, o comando nacional do MST reagiu às declarações de Serra afirmando, em nota, que o candidato tucano representa os interesses do latifúndio improdutivo e do agronegócio. "José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras, tal como fez no estado de São Paulo em relação aos professores, sem-teto, sem-terra". O movimento afirma também que Serra usa ameaças e "tenta criar um clima de raiva contra o MST" porque não tem projetos que "possam garantir a vida digna dos trabalhadores rurais e urbanos". Rio: Cabral tem vantagem de 36 pontos sobre Gabeira
empregos; o país em que as pessoas viviam à base de luz de vela e do candeeiro, ou do Luz para Todos que iluminou esse país de ponta a ponta”. O comício de Belo Horizonte foi antecedido pela participação do presidente Lula em atos oficiais no município de Divinópolis. Ele inaugurou prédios do campus da Universidade de São João del Rei, entregou 102 moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida e comandou a solenidade de assinatura de contrato para construção de outras 311 casas e apartamentos para famílias de baixa renda. Marlene Bergamo/Folhapress Joel Silva/Folhapress Lula critica tratamento a Dilma no Jornal Nacional Começou com uma briga a caminhada que o presidenciável das oposições, José Serra (PSDB), havia programado para ontem em São Bernardo do Campo (SP). Cinegrafistas se aglomeravam em uma lanchonete para registrar o tucano tomando café com leite no balcão. Pelo menos dois dos profissionais subiram no balcão para fazer as imagens do presidenciável. Os seguranças de Serra pediram que eles descessem. Como não houve acordo, um dos cinegrafistas, Wellington Gouveia, da TV Bandeirantes, foi puxado do balcão com uma chave de braço pelo ajudante de ordens do candidato do PSDB, Vinicius Paulino. Nesse momento, começou o empurra-empurra e a confusão no local, lotado por jornalistas, políticos e cabos eleitorais. Serra foi levado para os fundos da lanchonete. O ajudante de ordens de Serra argumentou que o cinegrafista Gouveia havia lhe dado um chute no peito e, por isso, reagiu aplicando-lhe o golpe. Gouveia negou ter agredido o segurança. "Eu fui puxado do balcão pelas costas e imobilizado por ele." Antes da briga, foi quebrada uma estufa de alimentos e um problema na rede de energia elétrica deixou a lanchonete na penumbra. Os prejuízos pela estufa quebrada serão ressarcidos pela campanha do candidato a senador pelo PSDB Aloysio Nunes Ferreira. Os incidentes fizeram com que Serra restringisse a 15 minutos a caminhada em São Bernardo. Segurança de Serra agride
A #OndaVermelha vai tomar conta do Brasil esta semana em três grandes mobilizações: Juventude, Mulheres e Cultura, sendo que este último contará com evento especial da #dilmanarede, focado em Cultura Digital.
Terça-feira (21) é o Dia de Mobilização Nacional da Cultura e contamos com a criatividade e a consciência crítica dos nossos agitadores culturais. No Rio de Janeiro, o Espaço Franklin é o endereço do grande ato, às 19h.
Em Brasília, na quarta-feira (22), a Secretaria Nacional de Cultura do PT e as Redes Sociais da Campanha Dilma Presidente convidam para a roda de prosa sobre "Cultura Digital para o Brasil seguir mudando", às 19h. Vá até o Espaço Cultural Contemporâneo Ecco Virtual (SCN, quadra 3, bloco C, loja 5) ou acompanhe a cobertura pelos nossos Twitters @dilmanarede e @culturacomdilma. Em pauta, o plano nacional de banda larga, a reforma da lei de direito autoral, entre outros temas.
A #GaleradaDilma iniciou sua mobilização no sábado (18) e até o dia 24 de setembro fará bandeiraços, pedaladas, panfletagens, debates, samba de roda e muito mais. Confira alguns eventos que já estão confirmados. Acompanhe a cobertura pelo @dilmanarede e @galera_dilma.
O Setorial de Mulheres também preparou uma série de atividades e realizará durante a Semana a #ondalilás - de 20 a 24 de setembro, em todo o Brasil.
Na quarta-feira (22), as militantes de Maceió vão invadir a cidade com bandeiraço, panfletagem e adesivaço nos sinais da Avenida Fernandes Lima. Confira aqui mais ações das mulheres e acompanhe os twitters @dilmanarede e @mulheres_dilma.
Participe ativamente! Estamos na reta final para eleger Dilma Presidente do Brasil. Aproveite e acompanhe o blog Mulheres com Dilma, Galera da Dilma e as comunidades dentro da #dilmanarede Cultura com Dilma, Mulheres com Dilma e Galera da Dilma.
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«Mais antigas ‹Antigas 201 – 254 de 254http://blog.planalto.gov.br/
Bolsa Família aumenta
aprovação e reduz
evasão escolar
Estudantes cujas famílias recebem di -
nheiro do Bolsa Família apresentam
melhores índices de aprovação e
menores índices de abandono escolar do
que os demais alunos da rede pública.
Se gundo reportagem publicada hoje pelo
jornal Valor, esse é o principal resultado
revelado pelo cruzamento de informações
entre o Educacenso e o Sistema Presença,
do Ministério da Educação, que verifica se
os filhos dos beneficiários do Bolsa Família
vão à escola.
Dados cedidos ao jornal pelo MEC informam
que, dos 500.000 alunos do ensino
médio de 16 e 17 anos que recebem o Bolsa
Família, 81,1% passam de ano, enquanto a
taxa de aprovação média dos mais de 7 mi -
lhões de jovens do censo escolar de 2008 no
antigo colegial é de 72,6%. O índice de
abandono da escola nesse ciclo educacional
não passa de 7,2% entre os beneficiários de
transferência de renda do governo, enquanto
chega a 14,3% entre o total de estudantes contabilizados
pelo Instituto de Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (Inep), órgão de estatísticas do MEC.
O Valor destaca ainda que, no ensino fundamental,
que concentra mais de 30 milhões de crianças matri -
culadas da 1ª à 8ª séries, a taxa de evasão dos mais de
9 milhões de alunos beneficiários do Bolsa Família é de
3,6%. O restante dos estudantes dessa etapa apresenta
índice de 4,8% de abandono da escola. Em termos de
aprovação, os alunos do ensino fundamental que não
recebem apoio social têm melhor desempenho, com
taxa de 82,3%, ante média de 80,5% daquelas crianças
cujos pais recebem recursos federais.
Daniel Ximenes, diretor de estudos e acompa -
nhamento das vulnerabilidades educacionais do MEC,
disse ao jornal que a diferença de desempenho - em termos
de frequência e rendimento - está diretamente
relacionado com os benefícios do Bolsa Família recebidos
pelas famílias pobres.
"A transferência de renda condicionada provoca
alerta e cobrança por parte dos pais e reforça o desafio
de fazer as crianças permanecerem na escola com
maior regularidade. No longo prazo, isso ajuda a corrigir
trajetória ruim no processo educacional brasileiro
entre crianças e jovens da turma da pobreza", afirma
Ximenes.
O mais recente monitoramento de frequência escolar
do Bolsa Família, referente aos meses de fevereiro
e março, mostra que 95% dos 14,117 milhões de crianças
e jovens beneficiários com identificação escolar
cumprem a regra de frequência exigida pelo programa.
Aponta também que 276,9 mil alunos estão abaixo da
exigência e 322,9 mil sequer têm um registro de frequência,
totalizando quase 600 mil crianças em situação
irregular.
Nesse caso, os beneficiários podem ser punidos
pelo Ministério do Desenvolvimento Social, que coordena
o programa. Para receber o benefício do Bolsa
Família em dia, uma das condicionalidades é que os
pais matriculem os filhos na escola. Os alunos de até 15
anos precisam manter participação de, no mínimo,
85% das aulas a cada mês. A determinação para adolescentes
de 16 e 17 anos é de frequência a pelo menos
75% das aulas.
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número 229- sexta-feira, 7 de maio de 2010
Dilma promete
“revoluções” na
Saúde e na Educação
Continuidade para avançar – é este o mote que orienta
as novas peças de propaganda partidária que
o PT começou a exibir ontem na televisão e no
rádio. Personagem única de um dos dois “comerciais”
apresentados nesta quinta-feira, a pré-candidata à
Presidência, Dilma Rousseff, assinala que o Governo
Lula “sabe planejar e sabe fazer”, apoia as empresas e
promove “o desenvolvimento de todas as regiões e o
bem estar de toda a população”. E destaca:
“É fundamental continuar nesse caminho”.
No trecho final de sua fala, Dilma assegura que o
Brasil “tem condições agora de fazer duas verdadeiras
re voluções: a revolução na Saúde e a revolução na Educação”.
A peça é encerrada com as afirmações de que “o
Brasil já encontrou o rumo certo. É hora de acelerar e
ir em frente”
No outro “comercial”, o PT diz que o Brasil não pode
voltar ao passado e associa o pré-candidato do PSDB,
José Serra, aos governos FHC.
“No Governo Lula, 24 milhões de brasileiros
saíram da miséria e 31 milhões passaram para a classe
média. Quem você acha que pode fazer com que cada
vez mais gente saia da pobreza, passe para a classe
média e prospere na vida? Uma pessoa que tem a
mesma visão de Lula ou alguém que fez parte de um
governo que aumentou o desemprego, os impostos e
pouco reduziu a pobreza?”
As peças de propaganda de 30 segundos serão
exibi das ainda no sábado e na terça-feira. Em 13 de
maio irá ao ar o programa do PT com duração de 10
minutos.
Pré-candidatos concordam sobre
necessidade de reforma tributária
Público formado por aproximadamente 400 autoridades,
predominantemente prefeitos, ouviu
ontem dos três pré-candidatos à Presidência da
República – Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB)
e Marina Silva (PV) – uma série de elogios ao Governo
Lula, posição unânime sobre a necessidade de que o
país reforme o sistema tributário, posição também
unânime de que as prefeituras lidam com excesso de
atribuições e escassez de dinheiro, e opiniões divergentes
sobre a distribuição das receitas públicas.
Promovido pela Associação Mineira de Municípios e
transmitido ao vivo pela BandNews, o debate integrou
a programação do 27º Congresso Mineiro de Municípios
e durou duas horas.
Dilma arrancou aplausos ao lembrar o pagamento
da dívida do Brasil junto ao Fundo Monetário Internacional
e o processo de distribuição de renda conduzido
pelo Governo Lula.
"Em 2002, quem acreditaria que hoje eu podia
chegar aqui e dizer pra vocês, pois é, nós pagamos a
dívida externa, nós somos credores internacionais,
temos 243 bilhões de reservas e hoje emprestamos pra
o FMI, de quem éramos credores... Nós tiramos 24
milhões de pessoas da pobreza, tiramos e elevamos
para a classe média 31 milhões de pessoas", destacou
a pré-candidata petista.
Dilma exaltou ainda a parceria estabelecida entre o
governo federal, os estados e os municípios para ate -
nuar os efeitos internos da crise econômica internacional.
“Foi um processo negociado. Pela primeira vez o
governo era parte da solução e não do problema. Antes
havia crise e o governo quebrava. Em nosso governo o
país não quebrou. Fazemos o que é possível. É o possível
a recuperação econômica. É o possível a geração
de 14 milhões de empregos. É o possível o Brasil
crescer a taxas jamais vistas. Cada um de nós tem a
sua parcela. O governo federal e os municípios
perderam arrecadação. Mas nós fomos o primeiro pais
a sair da crise.”
Reprodução
Roberto Stuckert Filho.
ELEIÇÕES/continuação
Claque tucana,
professores e PM se
enfrentam em Belo Horizonte
Um protesto de aproximadamente
200 profes so res da rede
estadual de Minas, contra o
Governo Antônio Anastasia (PSDB),
acabou em pan ca da ria ontem, em
Belo Horizonte, pouco antes do
evento em que a Associação Mineira
de Municípios reuniu, pela primeira
vez, os pré-candidatos à sucessão
presidencial Dilma Rousseff, José
Serra e Marina Silva.
A confusão foi iniciada com um
confronto entre professores e uma
claque mobilizada pelo PSDB, no
momento em que o pré-candida to
José Serra chega va ao ExpoMinas.
Integrantes dos dois grupos troca -
ram socos e pontapés. A Polícia
Militar lançou spray de pimenta e
gás lacrimogêneo para acabar com
a briga.
Os manifestantes protestaram contra os baixos
salários e gritavam palavras de ordem como "a mesma
porcaria, Aécio e Anastasia" e "Anastasia, pode esperar,
a sua hora vai chegar".
Jarbas decide socorrer
Serra em Pernambuco
Osenador Jarbas Vasconcelos (foto) do PMDB
anunciou ontem a decisão de disputar novamente
o go verno de Pernambuco. Enfrentará
o go vernador Eduardo Campos (PSB), candidato à
reeleição.
O objetivo imediato da candidatura é assegurar
um palanque no estado para o pré-candidato do
PSDB à Presidência, José Serra.
A situação dos tucanos em Pernambuco é tão
frágil que o presidente nacional do partido, Sérgio
Guerra, desistiu de concorrer à reeleição para o
Senado e disputará uma vaga na Câmara Federal.
MP de Alagoas denuncia Collor, Heloísa Helena e mais 29
OMinistério Público Eleitoral de Alagoas pediu ontem
ao TRE que puna dez pré- candidatos às eleições
deste ano por "prática ilegal de propaganda antecipada".
Entre eles estão o senador e ex-presidente
Fernan do Collor de Mello (PTB) e a vereadora e exsenadora
Heloísa Helena (PSOL).
No início desta semana o MP já denunciara ao Tribunal
Regional Eleitoral 21 pré -candidatos. Eles são
acusados de divulgar as candidaturas em adesivos colados
em automóveis.
Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press
Pedro Silveira / O Tempo
ENERGIA RENOVÁVEL
Governo incentiva
plantio de dendê para
produção de biodiesel
Sob chuva fina e calor de 40 graus, o
presidente Lula lançou ontem em
Tomé Açú, no Pará, o Programa Nacional
de Estímulo à Produção de Óleo de
Palma que inclui a abertura de linhas de
cré dito para o cultivo da palma na
Amazônia. Ao mesmo tempo, Lula entregou
títulos provisórios de terra e licenças
ambientais para 3.700 agricultores fami -
liares da região.
O novo programa federal pretende
tornar o Brasil o maior produtor mundial
de dendê garantindo o suprimento de
combustível renovável. A área de produção
de palma será aumentada para
130.000 hectares, até 2014, em 44 municípios
das regiões Norte e Nordeste.
Novecentos parceiros na agricultura familiar
e 300 médios e grandes produtores
participarão imediatamente do
programa.
Hoje a produção nacional é liderada
pelo Pará, onde o óleo de dendê é transformado em
biodiesel por nove usinas. A Petrobras está construindo
outras três e, em parceria com a empresa portuguesa
Galp Energia, deverá exportar 250.000 toneladas de
dendê por ano, a partir de 2015, para industrializar e
distribuir no mercado europeu.
O investimento previsto é de R$ 1 bilhão – R$ 554
milhões do Brasil e R$ 430 milhões de Portugal.
OMovimento dos Sem-Terra (MST) divulgou
nota em que acusa o pré-candidato
a presidente da República, José Serra
(PSDB), de não ter compromisso com a reforma
agrária e de querer acabar com as
políticas públicas para os assentamentos rurais,
que são realizadas através de parcerias
de entidades sociais com os mi nistérios do
governo federal.
Durante visita nesta semana à 18ª Feira Nacional
de Soja (Fenasoja), no município gaúcho
de Santa Rosa, Serra voltou a acusar o
MST de usar a reforma agrária como pretexto
para "invasões políticas" e afirmou que, se
eleito, pretende cortar as fontes de financiamento
do movimento.
Para o MST, os convênios foram firmados
durante o governo do ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso, do qual Serra era minis tro,
o que revela a falta de compromisso com a reforma
agrária. Para o MST, o Estado deve “retomar
as suas responsabilidades e criar
ins trumentos públicos para a assistência
técnica e agroindustrialização dos assentamentos,
além de garantir os direitos sociais previstos
na Constituição, como educação, saúde”.
QUESTÃO AGRÁRIA
QUESTÃO AGRÁRIA
MST acusa Serra de não ter
compromisso com a reforma agrária
OMovimento dos Sem-Terra (MST) divulgou
nota em que acusa o pré-candidato
a presidente da República, José Serra
(PSDB), de não ter compromisso com a reforma
agrária e de querer acabar com as
políticas públicas para os assentamentos rurais,
que são realizadas através de parcerias
de entidades sociais com os mi nistérios do
governo federal.
Durante visita nesta semana à 18ª Feira Nacional
de Soja (Fenasoja), no município gaúcho
de Santa Rosa, Serra voltou a acusar o
MST de usar a reforma agrária como pretexto
para "invasões políticas" e afirmou que, se
eleito, pretende cortar as fontes de financiamento
do movimento.
Para o MST, os convênios foram firmados
durante o governo do ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso, do qual Serra era minis tro,
o que revela a falta de compromisso com a reforma
agrária. Para o MST, o Estado deve “retomar
as suas responsabilidades e criar
ins trumentos públicos para a assistência
técnica e agroindustrialização dos assentamentos,
além de garantir os direitos sociais previstos
na Constituição, como educação, saúde”.
Corte de verbas
para famílias pobres
revela farsa tucana
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número 231- segunda-feira, 10 de maio de 2010
Pré-candidato à Presidência pela facção oposicio -
nista recentemente atingida por um surto de admiração
ao programa federal Bolsa Família, o tucano
José Serra (foto) deixou no governo de São Paulo evi -
dências importantes de que seu interesse por programas
de transferência de renda à população pobre é
muito novo – ou gravemente falso, como uma farsa.
Documento produzido há três meses pela bancada
do PT na Assembleia paulista e reportagem veiculada
neste fim-de-semana pela Folha de São Paulo deixam
claríssimo que o Governo Serra fez, de seus 39 meses
de duração, um período perverso para as mais de 1,5
milhão de famílias pobres ou extremamente pobres que
precisam de assistência do Estado.
Tomados por base os dois principais programas
esta duais de transferência de renda, o Renda Cidadã e
o Ação Jovem, dados do próprio governo paulista re -
velam que Serra reduziu o número de famílias e de estudantes
pobres assistidos. Hoje, enquanto apenas o
Bolsa Família criado e expandido pelo Governo Lula favorece
1,1 milhão de famílias paulistas, o Renda Cidadã
reduzido por Serra beneficia menos de 140 mil famílias.
Os dados oficiais mostram o seguinte:
1) No ano eleitoral de 2006, quando Geraldo Al -
ckmin disputou a Presidência e Serra concorreu ao go -
verno paulista, as verbas do Renda Cidadã e do Ação
Jovem foram mais do que duplicadas - de R$ 88,8 mi -
lhões para R$ 190,6 milhões. Ao longo do Governo
Serra, as verbas foram reduzidas.
2) De 2006 para 2009 os orçamentos dos programas
paulistas de transferência de renda foram reduzidos
em mais de R$ 80 milhões - de R$ 279,5 milhões
para R$ 198,9 milhões.
3) Em 2006, o Renda Cidadã distribuiu R$ 121,4
milhões e favoreceu 160,3 mil famílias com R$ 60 por
mês. No ano passado, o número de famílias beneficia -
das foi inferior a 138 mil e a verba transferida ficou
abaixo de R$ 98 milhões.
4) O orçamento da Secretaria estadual de Assistência
e Desenvolvimento Social tem sofrido redução permanente.
A participação da secretaria no orçamento
estadual caiu de 0,42%, em 2008, para 0,36%, em
2009, e para 0,29% neste ano.
5) Os programas de Proteção Social Básica (atendimento
socioassistencial por meio de entidades, serviços
e projetos abertos) e de Proteção Social Especial
(atendimento e assistência por meio de equipamentos
de tipo abrigo) beneficiam menos de 374.000 pessoas
Governo tucano desviou R$ 660
milhões do ensino básico
OGoverno José Serra (PSDB) deixou de aplicar no ensino básico, em 2009, nada menos do
que R$ 660 milhões – mais da metade do total de R$ 1,2 bilhão que 21 estados deveriam
ter repassado ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica, mas desviaram para
outras atividades recorrendo a uma prática que o Ministério da Educação chama de sonegação
contábil.
Em valores absolutos, segundo o MEC, o estado de São Paulo é o maior devedor do Fundeb.
O segundo grande devedor é o Espírito Santo, que desviou R$ 259 milhões,Em valores absolutos, segundo o MEC, o estado de São Paulo é o maior devedor do Fundeb.
O segundo grande devedor é o Espírito Santo, que desviou R$ 259 milhões, equivalentes a mais
de 22% do dinheiro devido ao fundo.
Os governos dos dois estados negam qualquer irregularidade
PSDB recomenda
“defesa veemente” das
privatizações paulistas
Odiretório paulista do PSDB produziu uma cartilha,
formada por cem perguntas e respostas, para
orien tar seus candidatos e militantes a defen -
derem as privatizações realizadas durante o governo
Fernando Henrique e, no plano estadual, intensificadas
durante o Governo Serra.
A cartilha compara privatizações e concessões
feitas no Governo Lula e no governo estadual de Serra.
E chama a atenção dos tucanos sobre a necessidade de
“defender veementemente o programa paulista” de
con cessões rodoviárias, embora reconheça que as concessões
feitas pelo governo federal “apresentaram um
modelo de outorga que resultou em tarifas bem
inferio res às que são praticadas nas concessões paulistas”.
O processo de concessões rodoviárias desenvolvido
pelos sucessivos governos tucanos de São Paulo quintuplicou
o número de praças de pedágio no estado. Em
1997, havia 40 praças - todas sob gestão estatal. Agora
são 225 - e todas sob concessão privada. Só o Governo
Serra autorizou, em três anos, a operação de 82 novas
praças de pedágio.
OBRAS PÚBLICAS
ELEIÇÕES
Serra privatizou,
mas não quer
tratar do assunto
Repetindo comportamento que
adotou em Porto Alegre, há dez
dias, o pré-candidato do PSDB à
Presidência, José Serra, voltou a se irritar
ontem, no Rio, ao ser questio -
nado sobre a eventual disposição de
privatizar patrimônio e bens públicos,
caso seja eleito. No dia 5, uma pergunta
sobre esse tema levou Serra a
responder agressivamente a uma jornalista
do grupo RBS, que participava
de uma entrevista multimídia com o
candidato. Ontem, o tucano se irritou
com um profissional da empresa
pública EBC, ex-Radiobrás.
Repórter: "A Petrobras, o Banco
do Brasil e a Caixa Econômica Federal
estão livres da privatização?"
Serra: "Claro que sim, quem falou
o contrário? De onde você é?"
Repórter: "Da Radiobrás."
Serra: "Muito bem, então informe
isto a seus patrões".
Serra tem insistido em classificar
as perguntas de jornalistas sobre privatização
como “trololó” de caráter
eleitoral. Veladamente, atribui esse
“trololó” ao PT. Seu esforço é evitar que cole nele, como
colou em Geraldo Alckmin na campanha presidencial
de 2006, a imagem de privatista, resultante dos processos
de desestatização a que se dedicaram tanto o Go -
verno Fernando Henrique quanto os sucessivos
governos tucanos no estado de São Paulo.
Recente estudo da bancada do PT na Assembleia
Legislativa paulista informa que os governo de São
Paulo, sob comando do PSDB, fizeram do estado o
“palco do maior processo de transferência de patri mô -
nio público para grupos privados de que se tem notícia
no país: nada menos de R$ 79,2 bilhões nos leilões da
privataria”. O processo de privatização, que teve ritmo
reduzido no Governo Alckmin, foi fortemente retomado
nos 39 meses do Governo Serra.
Apenas no sistema rodoviário, Serra autorizou a
ope ração de, pelo menos, 82 praças de pedágio privadas
Defensoria quer punição
ao governo paulista
pela matança de 2006
ADefensoria Pública de São Paulo apresentou à Justiça, nesta semana, oito ações em que pede que o Estado seja condenado a indenizar parentes e um sobrevivente da série de assassinatos ocorridos
na cidade de Santos, em maio de 2006,atribuídos a uma organização criminosa e a policiais que teriam revidado aos ataques.
Na capital, em Santos e outras cidades, 493 pessoas foram mortas à época.
O defensor público Antonio José Maffe zoli Leite diz que as ações de indenização pretende responsabilizar o Estado
pelas mortes, uma vez que há in dí cios de participação de policiais na matança. Ele também acusa o governo estadual de ter
sido omisso ao não garantir a segurança da população nos dias de ata que e não coibir as possíveis repre sálias de seus agentes de segurança.
Maffezolli ainda pede à Justiça que
res ponsabilize o governo paulista por não
ter investigado corretamente os crimes e
punido os responsáveis pelos abusos.
O sobrevivente e os familiares das vítimas
poderão receber uma reparação em
dinheiro por danos morais, que pode chegar a 300
salários mínimos, indenizações por danos materiais,
tais como despesas com funeral e tratamentos de saúde
por doenças decorrentes do sofrimento que tiveram,
além de indenizações decorrentes de lucros cessantes,
no caso em que a vítima ajudava no sustento da família.
MÃES DE MAIO
Nesta quinta-feira, 13, mães de vítimas dos assassinatos
de 2006 fizeram uma manifestação no centro de
São Paulo. Elas expuseram, sobre a calçada, fotos, cru -
zes e bonecos, simbolizando as 493 pessoas mortas. O
movimento das Mães de Maio começou no ano passado,
quando o grupo recorreu à internet buscando apoio ao
manifesto em que atribuem a “policiais e grupos de extermínio
paramilitares ligados à Polícia Militar”.
Rememorando a crise que se estabeleceu em São
Paulo no último ano do Governo Alckmin (PSDB),
pouco depois que o tucano renunciou ao cargo para disputar
a Presidência da República deixando-o ao vice,
Cláudio Lembo (do então PFL), o documento afirmava
que, “em uma cínica e mentirosa onda de resposta ao
que se chamou na grande imprensa de ataques do PCC,
foram executadas sumariamente” pelo menos 493 pessoas,
entre elas “mais de 400 jovens negros, descendentes
de indígenas e pobres” que hoje “constam entre
mortas e desaparecidas”.
Ainda de acordo com o manifesto, centenas de mães,
milhares de familiares e amigos que “tiveram, no intervalo
de pouco mais que uma semana, seus entes queridos
assassinados covardemente”, até hoje “seguem sem
qualquer satisfação por parte do Estado brasileiro”. Os
casos, assinala o documento, “perma necem arquivados
sem investigação correta”; ninguém foi submetido a julgamento;
e as famílias das vítimas jamais receberam
“qualquer proteção, indenização ou reparação”.
Nova campanha combate abuso
e exploração sexual de menores
ASecretaria de Direitos Humanos da Presidência
da República inicia domingo, em Brasília, mais
uma tentativa de mobilizar a sociedade a proteger
crianças e adolescentes contra o abuso e a exploração
sexual.
O lançamento da campanha marcará a passagem
do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração
Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio. Na
própria terça-feira será anunciado o Prêmio Neide
Castanha, para projetos e iniciativas com resultados
exitosos no enfrentamento da violência sexual contra
menores.
Neide Viana Castanha, morta em janeiro deste
ano, foi secretária executiva do Comitê Nacional de
Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e
Adolescentes e também atuou no Centro de Referência,
Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes
(Cecria).
João Varella/R7
PT confronta Lula e
Dilma a Fernando
Henrique e Serra
OPartido dos Trabalhadores lembrou ontem à noite,
em rede nacional de televisão, que o Brasil gerou
cinco milhões de empregos nos oito anos do go -
verno de Fernando Henrique Cardoso e José Serra, enquanto
gerou 12 milhões de empregos sob Lula e Dilma.
Lembrou também que, enquanto sob FHC e Serra a inclusão
social foi insignificante, no governo de Lula e
Dilma 31 milhões de pessoas entraram na classe média.
Em outra comparação dos dois governos, destacou que
o país sofreu racionamento de energia durante oito
meses de governo FHC e Serra, enquanto no governo
Lula e Dilma nunca houve racionamento.
Essas comparações foram apresentadas no programa
partidário do PT em meio a depoimentos do
presidente Lula, da pré-candidata Dilma Rousseff, do
presidente do partido, José Eduardo Dutra, e dos
ministros da Educação, Fernando Haddad; da Fa zen -
da, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Ber -
nardo.
O programa alternou aparições e declarações de Lula
e de Dilma, sobre a história pessoal e o desempenho da
atual pré-candidata na Secretaria de Minas e Energia
do Rio Grande do Sul, no Ministério de Minas e Energia
e na chefia da Casa Civil.
Lula afirmou que o que mais admira em Dilma é a
história dela.
"Um dia me perguntaram porque eu admiro tanto a
Dilma. Pensaram que eu ia dizer que era porque a
Dilma me ajudou muito no governo. Claro que eu também
admiro isso, mas o que eu admiro mesmo é a
história dela. A Dilma é uma mulher que sempre viveu
tudo intensamente".
Um locutor lembrou o combate de Dilma ao regime
militar.
"Lutei sim. Lutei pela liberdade e pela democracia
com os meios e as concepções que eu tinha. Quando o
Brasil mudou, eu mudei. Mas nunca mudei de lado”,
afirmou a pré-candidata.
O presidente relacionou a história da Dilma à do
líder africano Nelson Mandela, que pegou em armas
contra o Apartheid e foi preso.
"O Mandela me disse que foi para o confronto
porque não deram outra opção E ninguém fez mais pela
união da África do Sul do que o Mandela fez, depois de
passar 27 anos na prisão".
A propaganda petista exaltou também o programa
“Luz para Todos', que “levou energia a mais 11 milhões
de pequenos produtores rurais". E mostra Dilma conversando
com uma beneficiária do programa.
"Grande parte do sucesso do governo está na capacidade
de gerenciar da companheira Dilma", sublinhou
o presidente Lula, que também atribuiu à pré-candidata
"a ternura e a sensibilidade dos mineiros, para fazer
política, e a intrepidez dos gaúchos".
Justiça Eleitoral proíbe
DEM de louvar Serra
AJustiça Eleitoral mandou o DEM suspender as
inserções publicitárias que veicularia no estado
de São Paulo, ontem e em mais dois dias, com
propaganda do pré-candidato do PSDB à Presidência,
José Serra. A suspensão foi pedida pelo PT e ordenada
pelo ministro Aldir Passarinho Junior, corregedorgeral
eleitoral do TSE.
Na terça-feira, o DEM usou seu espaço de propaganda
em São Paulo para veicular diversas referências
a Serra e exibir imagens do pré-candidato tucano. Apresentados
pelo prefeito paulistano, Gilberto Kassab
(DEM), os “comerciais” começam dizendo que o país
vai bem, mas pode “melhorar muito mais”, e listam
realizações da Prefeitura em parceria com o governo
estadual citando Serra nominalmente.
“Tal conduta, no cenário de disputa eleitoral já deflagrada
com o anúncio das pré-candidaturas à
Presidência da República, não há como ser tolerada”,
justificou o corregedor-geral.
O DEM fez propaganda de seus próprios candidatos
e de candidatos do PSDB em outros estados
também. No Rio, usou a TV para promover o exprefeito
César Maia, candidato ao Senado. E em
Minas Gerais fez pro paganda de Antônio Anastasia e
Aécio Neves, respectivamente candidatos do PSDB ao
governo estadual e ao Senado.
FUNCIONALISMO
Estudo afirma que aumento
de pessoal era necessário e
melhorou serviços públicos
Aparticipação do funcionalismo no mercado
de trabalho brasileiro é inferior à média dos
países desen volvidos, embora os custos da
folha de pa gamento comprometam parcela maior
do Produto Interno Bruto (PIB). O setor público
responde por 12% dos postos de trabalho existentes
no Brasil e custa 12% do PIB, enquanto os
governos da Organização para a Cooperação e o
Desenvolvimento (OCDE) empregam 22% dos
trabalhadores dos seus países e gastam 11,5% do
PIB.
Os dados estão no Relatório de Avaliação da
Gestão de Recursos Humanos no Governo Fe -
deral, elaborado pela OCDE com apoio do go -
verno brasileiro e do Banco Mundial, e divulgado
ontem pelo Ministério do Planejamento. Para o
secretário de Gestão, Tiago Falcão (foto),
o relatório
reflete a recuperação do setor público promovida
pelo presidente Lula. Desde 2003, o
Governo Lu la autorizou a realização de concursos
para contratação de 190.000 servidores, metade
dos quais para a área de educação. O governo anterior,
ao contrário, havia cortado quase 100.000
postos de trabalho no setor público. Quando Fernando
Henrique assumiu a Presidência, em 1995,
o go verno contava com 570.000 funcionários;
quando deixou o poder, eram 485.000.
O estudo reconhece que as novas contratações eram
necessárias para “melhorar o acesso da população aos
serviços públicos, especialmente nas áreas da saúde e
educação, e para superar deficiências pré-existentes na
capacidade do governo".
A publicação, de 340 páginas, faz uma série de alertas
e recomendações para melhorar a eficiência da
gestão de pessoal e enfrentar problemas e oportunidades
anunciados, como o grande número de aposentadorias
num futuro bem próximo, já que cerca de 40%
dos servidores do governo federal têm mais de 50 anos.
O governo pode aproveitar esse momento para ajustar
a alocação da força de trabalho às suas prioridades, mas
terá que garantir que os funcionários que se afastam
não levem todo o conhecimento que acumularam nos
anos de trabalho. Será necessário acelerar os processos
de treinamento e até mesmo criar mecanismos para
manter, por alguns anos adicionais, funcionários em
posições estratégicas que seja difícil de substituir.
Os técnicos da OCDE analisaram e apresentaram
propostas também para a composição de salários e estratégias
de criação de cargos e distribuição de pessoal.
A maioria das recomendações, segundo Tiago Falcão,
já constam da agenda de reformas do funcionalismo em
curso no governo.
“Os desafios listados no estudo da OCDE já cons -
tavam de nossa agenda, como o aperfeiçoamento do
processo de recrutamento, os critérios e mecanismos
para a ocupação dos cargos de direção, o alinhamento
entre realidades, competências e remuneração, que já
estão implementados ou em construção no governo
ELEIÇÕES
Aliados de Lula lideram
disputa em seis de nove
estados pesquisados
Os resultados de pesquisas feitas
pelo instituto Vox Populi em nove
estados e no Distrito Federal,
sobre a intenção de voto para governador,
apontam a liderança de précandidatos
do PT e de aliados ao
Governo Lula em seis estados; o PSDB
lidera em dois, e o DEM em um. No
Distrito Federal o pré-candidato que
lidera a pesquisa ainda negocia seu
palanque com os tucanos.
Divulgadas ao longo desta semana
pelo Jornal da Band, da Rede Bandei -
rantes, as pesquisas indicam que os
petistas Jaques Wagner e Tarso Genro
(foto) lideram a disputa, respectivamente,
na Bahia e no Rio Grande do
Sul. Na Bahia, Wagner tem 41% - 9
pon tos acima do segundo colocado,
Paulo Souto (DEM) e 32 pontos acima
do terceiro, Geddel Vieira Lima
(PMDB).
No Rio Grande do Sul, Tarso Genro
está 5 pontos à frente de José Fogaça
(PMDB) e mais de 20 pontos acima de
Yeda Crusius (PSDB).
O governador Eduardo Campos
(PSB) lidera a disputa em Pernambuco.
Candidato à reeleição, tem 57%
das intenções de voto – o dobro de seu
principal adversário, Jarbas Vasconcelos, da facção minoritária
do PMDB que apoia José Serra.
No Rio, em Minas Gerais e na Paraíba os líderes das
pesquisas são peemedebistas aliados ao Governo Lula.
No Rio, o governador Sérgio Cabral está 22 pontos à
frente de Fernando Gabeira (PV), aliado de Serra e/ou
de Marina, e 23 pontos à frente de Anthony Garotinho
(PR). Em Minas, tanto o peemedebista Hélio Costa
quanto o petista Fernando Pimentel estão à frente do
pré-candidato do PSDB, Antônio Anastasia. O tucano
está 28 pontos atrás de Hélio Costa e 14 pontos atrás de
Pimentel. Na Paraíba o líder é o governador José
Maranhão – 8 pontos à frente de Ricardo Coutinho
(PSB) e 36 pontos à frente do tucano Cícero Lucena.
Dos nove estados pesquisados pelo Vox Populi, o
DEM, principal parceiro do PSDB de Serra, só lidera as
intenções de voto na Paraíba, com a pré-candidata
Rosal ba Carlini. Ela aparece com 33 pontos acima de
Carlos Eduardo Alves (PDT) e 34 acima de Iberê de
Souza (PSB).
Pré-candidatos tucanos ocupam a liderança das
pesquisas em São Paulo e no Paraná. Geraldo Alckmin
está 32 pontos à frente de Aloízio Mercadante, na disputa
pelo governo paulista, e Beto Richa tem vantagem
de 7 pontos sobre Osmar Dias (PDT) no Paraná.
No Distrito Federal, o ex-governador Joaquim Roriz
(PSC) tem 42%, o petista Agnelo Queiroz tem 32% e a
tucana Maria de Lurdes Abadia obteve 6%.
Entre os candidatos à Presidência da República, a
petista Dilma Rousseff está à frente de José Serra no
Rio de Janeiro (13 pontos), na Bahia (12 pontos), no
Distrito Federal (10 pontos), Paraíba (26 pontos), Pernambuco
(29 pontos) e Rio Grande do Norte (11 pontos);
Serra está à frente em Minas (3 pontos), no Rio
Grande do Sul (15 pontos), em São Paulo (13 pontos) e
no Paraná (12 pontos).
http://blog.planalto.gov.br/
IMAGENS DA VIAGEM DO PRESIDENTE LULA
EVOLUÇÃO POR INSTITUTO
VOx POPULI/BAND
Candidato Janeiro Março Maio
Dilma 27 31 38
Serra 34 34 35
DATAfOLhA
Candidato fevereiro Março Abril Maio
Dilma 31 30 30 37
Serra 38 40 42 37
SENSUS/CNT
Candidato Janeiro Maio
Dilma 27,8 35,7
Serra 33,2 33,2
eleições/continuação
culo a esse respeito?
Coimbra - A imagem de FHC é negativa e a
maioria das pessoas acha que o governo dele foi
muito pior do que o de Lula. Isso é ruim para
Serra.
Noblat - Por que Dilma cresceu tanto em maio? Exposição
em programas partidários na tv? Companhia
de Lula no programa do PT? Ou cresceria de todo jeito?
Coimbra - Todas as opções estão corretas. A
propaganda do partido ajudou, Lula também, e
ela estava em crescimento lento, mas firme.
Noblat - Em junho, Serra terá muito espaço nos
programas de tv de partidos. Automaticamente ele
crescerá?
Coimbra - Serra é muito conhecido, o que
limita essa hipótese. Mas deve melhorar, nem
que seja por sustar o crescimento natural de
Dilma.
Noblat - Lula já foi multado 4 vezes por fazer pro -
paganda de Dilma antes do tempo. Faz mais de 1 ano
que ele está em campanha por ela. Isso não a ajudou?
Coimbra - Mais que ajudou, é a explicação de
tudo. Ele antecipou a campanha, todo mundo
entrou em campo e ele teve tempo para apresentar
sua candidata.
Noblat - Todo mundo, não. Serra não entrou. E
ninguém dispunha do grau de exposição de Lula e de
Dilma.
Coimbra - Desde 2009, todos os programas
partidários foram eleitorais, PT, PSB e PSDB.
Quanto à demora de Serra, a decisão foi dele e
só dele.
Noblat - Serra tem um "teto" de votos que dificilmente
ultrapassará? Qual seria?
Coimbra - Serra tem um piso alto e um teto
limitado pelo tipo de eleição que fazemos, onde
o eleitor se pronuncia sobre politicas e governos
e não sobre biografias.
Noblat - E o teto de Dilma e de Marina Silva?
Coimbra - O teto de Dilma é o desejo de continuidade,
que é muito alto. Marina corre o
risco de ficar espremida entre os dois grandes
e não conseguir crescer.
Noblat - O que Serra precisaria fazer para driblar
esse quadro desfavorável e ganhar? Ou não tem como?
Coimbra - Trazer a eleição para o campo dele, o
da comparação de currículos. Torcer para que
Dilma erre muito. Mas sua posição é desvantajosa.
Noblat - Aécio de vice poderia ajudar Serra a se
eleger ou não acrescentaria grande coisa?
Coimbra - Aécio só é bem conhecido em Minas
Gerais, onde Lula é muito querido. Serra está
bem e é dificil avaliar se um ganho em Minas
faria diferença.
Noblat - Não dá para avaliar se um ganho em Minas
faria diferença para Serra? Ou você prefere não avaliar?
Coimbra - Minas é 11% do eleitorado. Aumentar
20 pontos no estado é 2% no total do
país. Pode ser muito pouco no resultado final
http://brasiliaconfidencial.inf.br/wp-content/uploads/BsBConfidencial_243_baixa.pdf
BRASILIA CONFIDENCIAL
ESTÃO MUITO BOAS ESTAS NOTÍCIAS HOJE
http://migre.me/LC0T
Roberto freire do PPS era comunista, e agora virou Facista, isto é má companhia que influencia?
http://dilmanaweb.com.br/page/m/3ef9c720/5f19ae9f/7e791c2c/250006a4/2968370594/VEsH/
Boletim Dilmanaweb nº04 - 02/06/2010
De: Dilma Na Web (info@dilmanaweb.com.br)
http://www.dilmanaweb.com.br/
Dutra repudia declaração de Serra
A- A+
02.06.2010
O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, José Eduardo Dutra, repudiou a acusação infundada do pré-candidato da oposição, José Serra (PSDB), e lamentou o desespero da oposição que inventa supostos dossiês. Ouça reportagem sobre a entrevista do presidente do PT.
Assista ao vídeo com José Eduardo Dutra.
Leia a entrevista do presidente do PT:
"Primeiro, eu quero registrar aqui que lamento profundamente este tipo de declaração do candidato Serra. Eu só posso atribuir a talvez um grau de estresse acima do suportável, preocupado com eleição, talvez efeito de “pesquisite” aguda, algum tipo desta natureza. Porque olha, o site do PT foi invadido por talvez militantes, sei lá do PSDB que colocaram lá propaganda do Serra no site do PT. Eu nunca responsabilizei o Sérgio Guerra, presidente do PSDB, por este episódio.
"Rola na internet várias baixarias contra a candidata Dilma Rousseff, documentos que podem ser impressos, catalogados, colocados em uma pasta, por exemplo, e colocar Dossiê contra Dilma Rousseff. Nós nunca responsabilizamos o candidato Serra por isso, até porque seria uma profunda irresponsabilidade. Eu inclusive lamento. Ontem quando vi a entrevista do Sérgio Guerra, dizendo que iria cobrar explicações da Dilma a respeito do suposto Dossiê que teria não sei o quê... Eu defini como patifaria. Lamento pelo seguinte, porque agora o Serra faz uma acusação pior ainda, porque ele responsabiliza a Dilma. Como eu usei o termo patifaria em relação ao Sérgio Guerra, estaria obrigado a usar um termo mais agressivo contra o Serra. Como eu fui colega do Serra no Senado, o tenho em boa conta, então eu prefiro, vou só dizer que eu atribuo isto a um grau de estresse acima do suportável.
"Nós repelimos esta acusação! Não há nenhuma ação por parte do PT ou da coordenação da campanha no sentido de orientação, no sentido de encomenda, no sentido de autorização, no sentido de qualquer elemento que autorize qualquer pessoa do PT ou da campanha a desenvolver quaisquer ações no sentido de formação de dossiês.
"Nós repelimos essa prática e nós repelimos essas acusações. Nós lamentamos - e quero lamentar particularmente, porque passei por um debate com o candidato Sérgio Guerra no [jornal] Estado de São Paulo, onde houve um compromisso de que não inferia enveredar por baixarias – e nós lamentamos hoje, tentar jogar no nosso colo uma acusação de um suposto dossiê que inclusive o que me surpreende, é que vi no Blog do Noblat essa noite, o seguinte.
"Primeiro, colocou um post dizendo o seguinte: começa a vazar o dossiê contra Serra. E coloca o comentário de um leitor dele que faz referência a duas acusações contra o Serra. E depois diz o seguinte: Olha, eu havia postado, colocado esse post no blog, depois fui informado por um amigo que essas acusações estavam no Google e na internet há muito tempo. E mais, ele disse o seguinte: Consultei uma fonte que teve acesso ao suposto dossiê e essa fonte me confirmou que as tais acusações constavam do suposto dossiê. E pede desculpas porque na verdade essas acusações faziam parte.
"Eu só queria entender uma coisa. Tem um suposto dossiê, que teria sido encomendado pelos supostos aloprados do PT e descobre-se que este suposto dossiê tem informações que estão na internet há muito tempo. Eu comentei: olha, como eu estou lendo a biografia do Bussunda, eu só posso dizer: fala sério. Porque é o tipo de acusação absolutamente improcedente e que não tem qualquer sustentação na realidade. Se a oposição está tão desesperada assim, com falta de assunto, com falta de proposta, tenha santa paciência."
Categorias: Dilma, Internet, Lula, Política, PT
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EDUARDO SOUTO JORGE [Moderator] 1 dia atrás
10 people liked this.
DILMA, VOU FALAR DIRETAMENTE PARA VOCE. SABE PORQUE? POR QUE SOU FILIADO AO PT DESDE 1981. PERTUBO OS MEUS AMIGOS REACIONARIOS A LONGO TEMPO. ASSIM ESPERO QUE VOCE ME ESCUTE.FACA SEMPRE COMO O DUTRA FEZ. NAO DEIXE O PIG SEM RESPOSTA. E' NO MESMO SEGUNDO POSTERIOR A ESSES ATAQUES SUICIDAS. E NAO SE ENGANE MEU AMOR, ELES VAO TENTAR DE TUDO. VOCE E' MARAVILHOSA E ESTA INDO MUITO BEM. UM BEIJAO. EDUARDO SOUTO JORGE
Marcar
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o Convidado
basicregisters [Moderator] 1 hora atrás
Enquanto a oposição surta Dilma e Lula trabalham.
Marcar
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o Convidado
ITAMAR R. TOSTES [Moderator] 2 horas atrás
MAIS PREOCUPANTE DO QUE A TRAMA DO SUPOSTO DOSSIÊ É O CONTEÚDO DO ASSUNTO DA COLUNA DO JORNALISTA MERVAL PEREIRA, PUBLICADA ONTEM DIA DOIS, NO JORNAL O GLOBO. ACHO QUE NESSE CASO VALE PLAGIAR O MOVIMENTO DO ADESIVO:
" Mexeu com a Dilma, mexeu comigo."
Marcar
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o Convidado
Wilson Ramos [Moderator] 10 horas atrás
A reação do PT para este tipo de ataque deveria ir na seguinte linha: Não faltam ao PT, por meio de Lula e de Dilma, realizações e demonstrações de capacidade de governar para a maioria, de uma forma que nem o maior dos otimistas poderia prever que aconteceriam. O PT não precisa diminuir os adversários para parecer melhor do que eles, ele já tem esta imagem na maioria da população. Tumultuar uma campanha com acusações diretas e sem provas só pode ser entendido como reação de quem se reconhece numa situação de inferioridade e não tem coisas boas para mostrar-se melhor que o adversário.
Marcar
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o Convidado
Roberto [Moderator] 20 horas atrás
Não se preocupem com essas baixarias, nós brasileiros trabalhadores não caimos mais neste tipo de golpe, lembrem-se das campanhas contra o Lula. Parabéns Dilma estamos com você.
Marcar
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o Convidado
ivanilson [Moderator] 1 dia atrás
Sra Dilma, com todo o carinho que eu tenho por sua luta na política nacional,não se preucupe com isso,apenas faça o seu trabalho,que por sinal está sendo ótimo,em outubro nós daremos a resposta a eles,que vai ser nas urnas....um grande abraço!
Marcar
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o Convidado
Gildeci Francisco Alves [Moderator] 1 dia atrás
Eu estou muito contente com teu trabalho Sr. Dilma por tar fazendo contato com todos companeiro te agradeso te desejo muitas sortes que voce ganhe mais uma abraço e um beijo Peixoto de Azevedo MT
Marcar
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o Convidado
lincoln [Moderator] 1 dia atrás
A oposição não tem argumento o passado encarrega de condenalos.Pois governaram o pais por decadas e não souberom.agora é Dilma agora é PT,neles.lincoln
Marcar
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Boletim Dilmanaweb nº03 - 01/06/2010
De: Dilma Na Web (info@dilmanaweb.com.br)
Risco médioVocê pode não conhecer este remetent
Oliver Stone se reúne com Dilma e elogia sua capacidade
A- A+
01.06.2010
O cineasta Oliver Stone está no Brasil para divulgar o documentário “Ao Sul da Fronteira” e aproveitou a passagem pelo país para conversar e conhecer melhor as ideias da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff. Ao sair do encontro hoje pela manhã, ele concedeu uma breve entrevista exclusiva para o Dilma na Web e elogiou as qualidades da petista. Assista à reportagem do encontro.
Stone disse que ficou impressionado com o conhecimento dela sobre o Brasil, em relação a temas de energia e economia. O cineasta também elogiou o papel do Brasil no cenário internacional, em especial a atuação no caso do Irã. Veja abaixo os principais trechos da entrevista. Veja a galeria de fotos e assista ao vídeo legendado da entrevista.
http://www.dilmanaweb.com.br/noticias/entry/pt-aciona-serra-judicialmente-para-que-explique-acusacoes-contra-dilma/
Boletim Dilmanaweb nº02 - 31/05/2010
De: Dilma Na Web (info@dilmanaweb.com.br)
Risco médioVocê pode não conhecer este remetente
http://www.dilmanaweb.com.br/video/dilma-brasil-deve-investir-em-inovacaeo-e-erradicar-a-pobreza/
http://dilmanaweb.com.br/page/m/3ef9c72e/5f19ae9f/7e798633/25000678/1987851738/VEsH/
http://www.mercadante.com.br/
Agenda de Mercadante para o dia 07 de junho
SEGUNDA-FEIRA – 07 DE JUNHO
SÃO PAULO:
12h30 – Almoço/debate
À mesa com empresários - Jornal da Gente, Página Editora, Espaço Armazém e Buffet Moreno’s
Convidados palestrantes: Senador Mercadante e ex-pref. Marta Suplicy
Local: Espaço Armazém – Rua Jaguaré Mirim, 164 – Vl. Leopoldina - São Paulo
Mais informações:
Escritório: (11) 3814-2717
clique aqui confira a agenda no site
Acompanhe nosso
trabalho e participe | Orkut Facebook Youtube Twitter Flickr RSS Slideshare Ning Se você não quer receber este e-mail clique aqui
HERANÇA DE SERRA
Governo tucano atrasa São
Paulo com metas de papel
www.brasiliaconfidencial.com.br
número 257 - quinta-feira, 10 de junho de 2010
HERANÇA DE SERRA
Worldpress
Crítico agressivo do Programa federal de
Aceleração do Crescimento (PAC), que
tentou desqualificar chamando de "uma
lista de obras" com "baixo grau de execução",
o pré-candidato do PSDB à Presidência, José
Serra, deixou o governo de São Paulo devendo
muito do que planejou fazer. Uma análise detalhada
do Plano Plurianual de São Paulo
mostra que o Governo Serra não cumpriu mais
de 40% das metas com que se comprometeu.
Elaborado para o período 2008/2011, o
PPA é uma espécie de roteiro produzido pelas
secretarias estaduais em obediência às diretrizes
do governo. E serve para orientar a Lei
de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária
Anual.
Contas da bancada do PT na Assembleia
Legislativa indicam que o Governo Serra previu
887 ações no PPA. Desse total, 367 ações
– 41,38% - estão abaixo da meta e apenas 109
ações – menos de 13% - estão dentro. Em três
anos de governo, concluiu a bancada petista,
Serra executou menos de 47% das ações que
previu no Plano Plurianual.
Segundo os deputados petistas, nada foi feito, por
exemplo, no sentido de criar um centro de orientação e
encaminhamento de pessoas com necessidades especiais,
assim como não houve incentivo ao Programa
Aprendiz, que estimula contratos de aprendizagem.
Também não saíram do papel os projetos de implantação
do sistema de auditoria eletrônica nem as iniciativas
de recuperação da Serra do Mar.
"Eles cobram tanto do PAC, e o PAC avançou muito
mais que o PPA deles", ataca o líder da bancada petista,
Antonio Mentor. O parlamentar denuncia ainda o que
classifica como outros absurdos do PPA de São Paulo: na
área da educação, desde 2008 o Governo Serra deixou
de construir 2.000 salas de aula e de adequar 2.659 prédios
escolares; 30.000 estudantes não foram contemplados
com transporte escolar; não foram criadas 35.800
vagas no ensino médio, técnico e tecno lógico.
Na opinião do líder petista, a grande realização do
Governo Serra, por enquanto, aconteceu mesmo na
véspera da renúncia dele ao cargo de governador.
“Foi a inauguração, em março, da maquete de uma
ponte ligando Santos ao Guarujá. A ponte mesmo, não
existe”, destaca Mentor.
PAC
HERANÇA DE SERRA
Governo tucano atrasa São
Paulo com metas de papel
www.brasiliaconfidencial.com.br
número 257 - quinta-feira, 10 de junho de 2010
HERANÇA DE SERRA
Worldpress
Crítico agressivo do Programa federal de
Aceleração do Crescimento (PAC), que
tentou desqualificar chamando de "uma
lista de obras" com "baixo grau de execução",
o pré-candidato do PSDB à Presidência, José
Serra, deixou o governo de São Paulo devendo
muito do que planejou fazer. Uma análise detalhada
do Plano Plurianual de São Paulo
mostra que o Governo Serra não cumpriu mais
de 40% das metas com que se comprometeu.
Elaborado para o período 2008/2011, o
PPA é uma espécie de roteiro produzido pelas
secretarias estaduais em obediência às diretrizes
do governo. E serve para orientar a Lei
de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária
Anual.
Contas da bancada do PT na Assembleia
Legislativa indicam que o Governo Serra previu
887 ações no PPA. Desse total, 367 ações
– 41,38% - estão abaixo da meta e apenas 109
ações – menos de 13% - estão dentro. Em três
anos de governo, concluiu a bancada petista,
Serra executou menos de 47% das ações que
previu no Plano Plurianual.
Segundo os deputados petistas, nada foi feito, por
exemplo, no sentido de criar um centro de orientação e
encaminhamento de pessoas com necessidades especiais,
assim como não houve incentivo ao Programa
Aprendiz, que estimula contratos de aprendizagem.
Também não saíram do papel os projetos de implantação
do sistema de auditoria eletrônica nem as iniciativas
de recuperação da Serra do Mar.
"Eles cobram tanto do PAC, e o PAC avançou muito
mais que o PPA deles", ataca o líder da bancada petista,
Antonio Mentor. O parlamentar denuncia ainda o que
classifica como outros absurdos do PPA de São Paulo: na
área da educação, desde 2008 o Governo Serra deixou
de construir 2.000 salas de aula e de adequar 2.659 prédios
escolares; 30.000 estudantes não foram contemplados
com transporte escolar; não foram criadas 35.800
vagas no ensino médio, técnico e tecno lógico.
Na opinião do líder petista, a grande realização do
Governo Serra, por enquanto, aconteceu mesmo na
véspera da renúncia dele ao cargo de governador.
“Foi a inauguração, em março, da maquete de uma
ponte ligando Santos ao Guarujá. A ponte mesmo, não
existe”, destaca Mentor.
PAC
MoViMENtoS SoCiAiS
Quilombolas pedem apoio a
decreto ameaçado pelo DEM
Quarenta e três comunidades reunidas no
1º Encontro Nacional de Turismo em Comunidades
Quilombolas, organizado por
cinco ministérios e mais o Instituto Socioambiental,
divulgaram carta aberta pedindo a -
poio da sociedade ao decreto que regu lamenta
o procedimento para identificação, reconheci -
mento, delimitação, demarcação e titulação
das terras ocupadas por remanescentes de
quilombolas. O apelo é uma tentativa de despertar
interesse da sociedade contra a Ação
Direta de Inconstitucionalidade apresentada
pelo DEM ao Supremo Tribunal Federal.
Os quilombolas pedem que o STF promova
audiências públicas antes do julgamento. Eles
argumentam que o decreto é constitucional e
atende compromisso do país com a Organização
Internacional do Trabalho (OIT).
No encontro, que termina hoje no Vale
do Ribeira (SP), estão sendo debatidas alternativas
para o desenvolvimento e o apri mo -
ramento do turismo sustentável nas
co mu nidades quilombolas, historicamente localizadas
em áreas com importantes recursos
naturais, com o objetivo de valorizar e fortalecer
essas culturas.
MoViMENtoS SoCiAiS
Grevistas da ex-Febem se queixam
de retaliações em São Paulo
Trabalhadores da Fundação Casa (antiga Febem)
acusaram ontem a diretoria da instituição de
impor diversas retaliações à categoria, pela recente
greve de seis dias. Eles pretendem recorrer à
Justiça reclamando contra troca de turnos, transfe -
rências absurdas, escalas descabidas e processos
admi nistrativos.
O sindicato que representa os funcionários
(Sitraemfa) afirma também que seus dirigentes, que
lideraram a greve, estão ameaçados de demissão caso
não voltem ao trabalho. Desde 2005, eles são liberados
para exercerem a atividade sindical.
http://www.dilmanaweb.com.br/content/splash/
NOTÍCIAS DE DILMA NA WEB
http://www.henriquefontana.com.br/
NOTÍCIAS DO DEPUTADO HENRIQUE FONTANA
http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/07/para-centrais-sindicais-serra-mente-e-atua-contra-os-trabalhadores.html
Para centrais sindicais, Serra 'mente' e atua contra os trabalhadores
Sindicalistas contestam realizações de Serra no campo trabalhista.
Para Sérgio Guerra, centrais sindicais são 'massa de manobra do governo'.
Do G1, em Brasília
imprimir
http://www.sonico.com/videos_detail.php?u=59397517&v=239924
Criado por @dilmaboyoficial @jesusgalvao @tonnyma... (ver mais)
http://migre.me/ZRPf
Lula em Porto Alegre dia 29 - Comício com Dilma e Tarso
De: Henrique Fontana 1313 deputado federal (contato@henriquefontana.com.br)
Enviada: sábado, 24 de julho de 2010 17:13:01
Para: claudeteduarte@hotmail.com
número 297 - terça-feira, 27 de julho de 2010
Serra evita compromisso com
reajuste do salário mínimo
Ovalor do salário mínimo será aumentado “quando for
possível”, afirmou ontem o candidato à Presidência
pelas oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB),
questionado por jornalistas depois de participar de almoço-
debate com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide),
em São Paulo. Na semana passada, a principal adversária
dele, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a manter a política
de valorização do salário-mínimo com reajuste baseado
no crescimento da economia, durante os dois anos
anteriores, mais a inflação.
Na palestra que proferiu aos representantes de 650 empresas
que respondem por 43% do PIB do setor privado,
Serra continuou na linha acusatória ao PT e a Dilma. Repetiu,
por exemplo, que o MST apoia Dilma porque, no
eventual governo dela, seria possível fazer “mais invasões,
mais agitações”.
Esse discurso é usado pelo candidato tucano desde que
João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, declarou, em
entrevista, que “se o Serra ganhar, será a hegemonia total
do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão
e, por isso, tensão maior no campo. A vitória dele
é a derrota dos movimentos sociais”. Stédile disse ainda
que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a
pena se mobilizar”.
Ontem, o comando nacional do MST reagiu às declarações
de Serra afirmando, em nota, que o candidato tucano
representa os interesses do latifúndio improdutivo e do
agronegócio.
"José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que
pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras,
tal como fez no estado de São Paulo em relação aos
professores, sem-teto, sem-terra".
O movimento afirma também que Serra usa ameaças e
"tenta criar um clima de raiva contra o MST" porque não
tem projetos que "possam garantir a vida digna dos trabalhadores
rurais e urbanos".
Ovalor do salário mínimo será aumentado “quando for
possível”, afirmou ontem o candidato à Presidência
pelas oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB),
questionado por jornalistas depois de participar de almoço-
debate com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide),
em São Paulo. Na semana passada, a principal adversária
dele, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a manter a política
de valorização do salário-mínimo com reajuste baseado
no crescimento da economia, durante os dois anos
anteriores, mais a inflação.
Na palestra que proferiu aos representantes de 650 empresas
que respondem por 43% do PIB do setor privado,
Serra continuou na linha acusatória ao PT e a Dilma. Repetiu,
por exemplo, que o MST apoia Dilma porque, no
eventual governo dela, seria possível fazer “mais invasões,
mais agitações”.
Esse discurso é usado pelo candidato tucano desde que
João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, declarou, em
entrevista, que “se o Serra ganhar, será a hegemonia total
do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão
e, por isso, tensão maior no campo. A vitória dele
é a derrota dos movimentos sociais”. Stédile disse ainda
que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a
pena se mobilizar”.
Ontem, o comando nacional do MST reagiu às declarações
de Serra afirmando, em nota, que o candidato tucano
representa os interesses do latifúndio improdutivo e do
agronegócio.
"José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que
pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras,
tal como fez no estado de São Paulo em relação aos
professores, sem-teto, sem-terra".
O movimento afirma também que Serra usa ameaças e
"tenta criar um clima de raiva contra o MST" porque não
tem projetos que "possam garantir a vida digna dos trabalhadores
rurais e urbanos".
Rio: Cabral tem vantagem de 36 pontos sobre Gabeira
Ovalor do salário mínimo será aumentado “quando for
possível”, afirmou ontem o candidato à Presidência
pelas oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB),
questionado por jornalistas depois de participar de almoço-
debate com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide),
em São Paulo. Na semana passada, a principal adversária
dele, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a manter a política
de valorização do salário-mínimo com reajuste baseado
no crescimento da economia, durante os dois anos
anteriores, mais a inflação.
Na palestra que proferiu aos representantes de 650 empresas
que respondem por 43% do PIB do setor privado,
Serra continuou na linha acusatória ao PT e a Dilma. Repetiu,
por exemplo, que o MST apoia Dilma porque, no
eventual governo dela, seria possível fazer “mais invasões,
mais agitações”.
Esse discurso é usado pelo candidato tucano desde que
João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, declarou, em
entrevista, que “se o Serra ganhar, será a hegemonia total
do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão
e, por isso, tensão maior no campo. A vitória dele
é a derrota dos movimentos sociais”. Stédile disse ainda
que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a
pena se mobilizar”.
Ontem, o comando nacional do MST reagiu às declarações
de Serra afirmando, em nota, que o candidato tucano
representa os interesses do latifúndio improdutivo e do
agronegócio.
"José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que
pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras,
tal como fez no estado de São Paulo em relação aos
professores, sem-teto, sem-terra".
O movimento afirma também que Serra usa ameaças e
"tenta criar um clima de raiva contra o MST" porque não
tem projetos que "possam garantir a vida digna dos trabalhadores
rurais e urbanos".
Rio: Cabral tem vantagem de 36 pontos sobre Gabeira
Ovalor do salário mínimo será aumentado “quando for
possível”, afirmou ontem o candidato à Presidência
pelas oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB),
questionado por jornalistas depois de participar de almoço-
debate com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide),
em São Paulo. Na semana passada, a principal adversária
dele, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a manter a política
de valorização do salário-mínimo com reajuste baseado
no crescimento da economia, durante os dois anos
anteriores, mais a inflação.
Na palestra que proferiu aos representantes de 650 empresas
que respondem por 43% do PIB do setor privado,
Serra continuou na linha acusatória ao PT e a Dilma. Repetiu,
por exemplo, que o MST apoia Dilma porque, no
eventual governo dela, seria possível fazer “mais invasões,
mais agitações”.
Esse discurso é usado pelo candidato tucano desde que
João Pedro Stédile, um dos líderes do MST, declarou, em
entrevista, que “se o Serra ganhar, será a hegemonia total
do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão
e, por isso, tensão maior no campo. A vitória dele
é a derrota dos movimentos sociais”. Stédile disse ainda
que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a
pena se mobilizar”.
Ontem, o comando nacional do MST reagiu às declarações
de Serra afirmando, em nota, que o candidato tucano
representa os interesses do latifúndio improdutivo e do
agronegócio.
"José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que
pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras,
tal como fez no estado de São Paulo em relação aos
professores, sem-teto, sem-terra".
O movimento afirma também que Serra usa ameaças e
"tenta criar um clima de raiva contra o MST" porque não
tem projetos que "possam garantir a vida digna dos trabalhadores
rurais e urbanos".
Rio: Cabral tem vantagem de 36 pontos sobre Gabeira
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http://www.youtube.com/watch?v=sCgjQJMhIhU&feature=player_embedded#
AMIGA DO HOMEM!
empregos;
o país em que as pessoas viviam à base de luz
de vela e do candeeiro, ou do Luz para Todos que
iluminou esse país de ponta a ponta”.
O comício de Belo Horizonte foi antecedido pela
participação do presidente Lula em atos oficiais no
município de Divinópolis. Ele inaugurou prédios do
campus da Universidade de São João del Rei, entregou
102 moradias do Programa Minha Casa, Minha
Vida e comandou a solenidade de assinatura de contrato
para construção de outras 311 casas e apartamentos
para famílias de baixa renda.
Marlene Bergamo/Folhapress
Joel Silva/Folhapress
Lula critica tratamento a
Dilma no Jornal Nacional
Começou com uma briga a caminhada que o presidenciável
das oposições, José Serra (PSDB), havia programado
para ontem em São Bernardo do Campo (SP).
Cinegrafistas se aglomeravam em uma lanchonete
para registrar o tucano tomando café com leite no balcão.
Pelo menos dois dos profissionais subiram no
balcão para fazer as imagens do presidenciável. Os seguranças
de Serra pediram que eles descessem. Como
não houve acordo, um dos cinegrafistas, Wellington
Gouveia, da TV Bandeirantes, foi puxado do balcão
com uma chave de braço pelo ajudante de ordens do
candidato do PSDB, Vinicius Paulino. Nesse momento,
começou o empurra-empurra e a confusão no
local, lotado por jornalistas, políticos e cabos eleitorais.
Serra foi levado para os fundos da lanchonete.
O ajudante de ordens de Serra argumentou que
o cinegrafista Gouveia havia lhe dado um chute no
peito e, por isso, reagiu aplicando-lhe o golpe. Gouveia
negou ter agredido o segurança.
"Eu fui puxado do balcão pelas costas e imobilizado
por ele."
Antes da briga, foi quebrada uma estufa de alimentos
e um problema na rede de energia elétrica deixou
a lanchonete na penumbra. Os prejuízos pela estufa
quebrada serão ressarcidos pela campanha do candidato
a senador pelo PSDB Aloysio Nunes Ferreira.
Os incidentes fizeram com que Serra restringisse
a 15 minutos a caminhada em São Bernardo.
Segurança de Serra agride
http://blog.planalto.gov.br/um-passeio-pelo-gabinete-do-presidente-da-republica/
http://blog.planalto.gov.br/o-brasil-de-190-milhoes-de-caras-governado-por-um-presidente-da-republica/
http://blog.planalto.gov.br/um-cacador-atento-a-seguranca-dos-voos-do-presidente/
http://blog.planalto.gov.br/programa-de-radio-%e2%80%9ccafe-com-o-presidente%e2%80%9d-com-o-presidente-da-republica-luiz-inacio-lula-da-silva/
http://blog.planalto.gov.br/programa-de-radio-%e2%80%9ccafe-com-o-presidente%e2%80%9d-com-o-presidente-da-republica-luiz-inacio-lula-da-silva/
http://www.youtube.com/watch?v=csoAjl2Av6A
Amig@s internautas e militantes virtuais!
A #OndaVermelha vai tomar conta do Brasil esta semana em três grandes mobilizações: Juventude, Mulheres e Cultura, sendo que este último contará com evento especial da #dilmanarede, focado em Cultura Digital.
Terça-feira (21) é o Dia de Mobilização Nacional da Cultura e contamos com a criatividade e a consciência crítica dos nossos agitadores culturais. No Rio de Janeiro, o Espaço Franklin é o endereço do grande ato, às 19h.
Em Brasília, na quarta-feira (22), a Secretaria Nacional de Cultura do PT e as Redes Sociais da Campanha Dilma Presidente convidam para a roda de prosa sobre "Cultura Digital para o Brasil seguir mudando", às 19h. Vá até o Espaço Cultural Contemporâneo Ecco Virtual (SCN, quadra 3, bloco C, loja 5) ou acompanhe a cobertura pelos nossos Twitters @dilmanarede e @culturacomdilma. Em pauta, o plano nacional de banda larga, a reforma da lei de direito autoral, entre outros temas.
A #GaleradaDilma iniciou sua mobilização no sábado (18) e até o dia 24 de setembro fará bandeiraços, pedaladas, panfletagens, debates, samba de roda e muito mais. Confira alguns eventos que já estão confirmados. Acompanhe a cobertura pelo @dilmanarede e @galera_dilma.
O Setorial de Mulheres também preparou uma série de atividades e realizará durante a Semana a #ondalilás - de 20 a 24 de setembro, em todo o Brasil.
Na quarta-feira (22), as militantes de Maceió vão invadir a cidade com bandeiraço, panfletagem e adesivaço nos sinais da Avenida Fernandes Lima. Confira aqui mais ações das mulheres e acompanhe os twitters @dilmanarede e @mulheres_dilma.
Participe ativamente! Estamos na reta final para eleger Dilma Presidente do Brasil. Aproveite e acompanhe o blog Mulheres com Dilma, Galera da Dilma e as comunidades dentro da #dilmanarede Cultura com Dilma, Mulheres com Dilma e Galera da Dilma.
Aquele abraço,
Equipe #dilmanarede
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